fbpx

Greve campesina na Colômbia ganha apoio geral e atinge vários estados

Paralisação nacional deve forçar o presidente Juan Manuel Santos a dialogar com lideranças dos trabalhadores. O setor agrário foi fortemente atingido pelos acordos de livre comércio assinados pelo país

A greve geral por tempo indeterminado na Colômbia entrou para o terceiro dia marcada por forte repressão policial. Bloqueios em importantes rodovias do país, passeatas e protestos em vários estados marcam a paralisação nacional no país. Pelo menos 22 pessoas foram presas e dezenas ficaram feridas.

A paralisação nacional que começou segunda-feira (19) e ganhou ampla adesão, deve forçar o presidente Juan Manuel Santos a dialogar com diferentes representações. O setor agrário foi fortemente atingido pelos acordos de livre comércio assinados pelo país.

O presidente Juan Manuel Santos ordenou austeridade e repressão da força pública contra bloqueios das vias.

Participam da greve geral as principais organizações de camponeses, caminhoneiros, trabalhadores da saúde e da educação. A paralisação nacional conta com o apoio de todos os sindicatos do país e a maioria dos movimentos sociais.

Os agricultores pedem mais investimentos e atenção por parte do governo do presidente Juan Manuel Santos. Em todo o país, cerca de 250 mil caminhoneiros entraram em greve.

Os manifestantes relatam uma série de acontecimentos preocupantes. De acordo com eles, ônibus foram interceptados e grevistas detidos, além terem sido registradas agressões, detenções e feridos.

 

Cadastre-se e recebe informações do PSOL

Relacionados

PSOL nas Redes

469,924FãsCurtir
362,000SeguidoresSeguir
26,600SeguidoresSeguir
515,202SeguidoresSeguir

Últimas