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Greve dos trabalhadores em educação do Amazonas

Os Trabalhadores em Educação fizeram ontem, em frente à Assembléia
Legislativa do Estado do Amazonas, uma manifestação com cerca de 5000
pessoas.

Já são 9 dias de Greve no Amazonas… e não há acordo!

Batendo panelas e apitando, eles foram recebidos por uma comissão de
parlamentares dentre os quais vários membros da oligarquia – Amazonino
(PFL), Gilberto (PMDB), Eduardo (PPS) – que se revezam nos últimos 23
anos no poder.

O Movimento já tem adesão de 90% da categoria e se alastra por mais de
24 municípios. O eixo da reivindicação é um Piso Salarial inicial de
R$1.350,00 e revisão do Plano de Carreira, Cargos e Remuneração (PCCR).

O auge da manifestação foi quando o integrante da base aliada do
governo e líder do PT na ALE, Deputado Sinésio Campos, foi vaiado
quando tentou subir no carro de som (as vaias foram tão fortes que ele
acabou desistindo e fugindo. Logo ele que já foi professor).

Agora tentaremos fortalecer o Movimento no Município de Manaus, onde o
prefeito Serafim Corrêa, aliado do governo Lula e fiel seguidor do
receituário neoliberal (Lei de Responsabilidade Fiscal), tenta
desmobilizar a categoria com abono de R$ 200,00 e antecipação do 13º
aos servidores públicos municipais. A categoria, diga-se de passagem,
rejeitou estas migalhas.

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