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Ivan Valente de volta à tribuna da Câmara

O jornal da Câmara dos Deputados destacou hoje (8) o discurso do deputado Ivan Valente, proferido ontem na Tribuna da Câmara durante o grande expediente.

Ivan agradeceu aos quase 170 mil eleitores que votaram pela sua permanência na Câmara dos Deputados e destacou as bandeiras da campanha. Além disso, comemorou o crescimento da bancada do PSOL e reafirmou a luta do partido pela mudança da política econômica.

Leia, abaixo, a íntegra da matéria que resume o primeiro discurso de Ivan Valente na Tribuna da Câmara após sua reeleição, em outubro de 2014.

Ivan Valente: PSOL representa novo modelo para País
O deputado Ivan Valente (PSOL–SP) agradeceu em Plenário aos quase 170 mil eleitores que manifestaram apoio a sua permanência na Câmara. De acordo com o parlamentar, entre as bandeiras de sua campanha estão a defesa da educação pública gratuita e de qualidade, a saúde como garantia do cidadão e dever do Estado, e a defesa do meio ambiente.

Ivan Valente informou que a bancada de seu partido na Câmara aumentou para cinco deputados. “Mais do que nunca, o importante não são os números, mas a capacidade de polarização das ideias. É outro modelo, outra proposta, outra referência política que está sendo apresentada contra a concentração da renda, da terra, da riqueza e do poder no nosso País. É a bandeira da taxação das grandes fortunas e de uma reforma tributária profunda”, afirmou.

Para Valente, os candidatos à Presidência da República que despontaram nas pesquisas de opinião defenderam, na prática, a mesma política econômica. “É o câmbio flutuante, o superávit primário, o equilíbrio financeiro, o centro da meta da inflação. Todos os governos nos últimos 20 anos são submissos à determinação do capital financeiro. A política monetária aqui, no nosso País, é ditada pelos bancos”, criticou.

O deputado afirmou ainda que sua campanha conseguiu colocar em pauta a reforma política, os direitos humanos e civis, o combate à discriminação, ao machismo e à homofobia.

“Não só defendemos o financiamento público como praticamos, coerentemente, o fim do financiamento empresarial. Não recebemos dinheiro de empresas. Não há poder econômico que influa nos nossos mandatos. E essa vergonha precisa acabar”, concluiu.

 

 

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