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Jean Wyllys representa o Brasil em Comissão Intermericana de Direitos Humanos, na Colômbia

O deputado Jean Wyllys participou na última segunda-feira, 19, do primeiro painel internacional sobre experiências de participação política de pessoas LGBT na América Latina, evento realizado pela Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH), em Bogotá, Colômbia.

Único representante do Brasil, Jean Wyllys denunciou os crimes cometidos por homofobia no país, em particular, a morte do ativista Lucas Fortuna, assassinado domingo, 18, em Pernambuco. Segundo Wyllys, a comissão acatou a denúncia do assassinato por motivação homofóbica e, através da Unidade para os Direitos das Pessoas LGBTs da CIDHs da OEA, incluirá a morte de Fortuna entre os crimes que acompanha.

No painel, o deputado destacou a importância de se aprovar leis que garantam os direitos humanos e fundamentais de LGBTs e de realizar políticas públicas que promovam a cidadania desse segmento da população. Também criticou o governo federal, que, segundo ele, nesses doze anos de gestão “muito prometeu e pouco cumpriu efetivamente”. Wyllys abordou ainda questões de representação, despolitização e agenda política dos movimentos sociais, além da perseguição de segmentos contrários à cidadania LGBT.

Para o deputado, a Comissão Interamericana de Direitos Humanos, evento que se encerra hoje, é uma oportunidade de discussão dos problemas que envolvem os direitos de LGBTs brasileiros, além de questões de representação, despolitização e agenda política dos movimentos sociais, pressão por políticas públicas e seu efetivo cumprimento, e proposições legislativas afirmativas de direitos.

“Nessa reunião, há parlamentares e representantes de toda América Latina e Caribe, e todos apontam o fundamentalismo religioso como um mal. Parlamentares da Bolívia, Peru, Chile e Colômbia criticam a exportação, por parte do Brasil, de suas igrejas-empresas fundamentalistas. As que operam na América Latina já não são tanto exportadas pelos EUA, mas pelo Brasil. E essas igrejas fundamentalistas, segundo parlamentares latino-americanos, têm influenciado na política contra direitos de minorias”, disse.

Com informações do site www.jeanwyllys.com.br

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