“Neste 13 de agosto comemoramos os dez anos da Revolta do Buzú, movimento que surgiu a partir do aumento de transporte de R$1,30 para R$1,50 autorizado pelo então prefeito Antônio Imbassahy e mobilizou milhares de estudantes em toda a cidade, tornando-se um dos maiores movimentos urbanos da ultima década neste País. Ele se mantém atual porque continuamos lutando para que o direito de ir e vir seja garantido e respeitado pela prefeitura. O preço cobrado hoje nada tem de justo e correspondente ao serviço oferecido. É caro, ruim e desrespeitoso, motivos que fizeram o nosso povo lutar em 2003 e em tantos outros momentos históricos da nossa cidade”, lembra o vereador do PSOL em Salvador, Hilton Coelho, por ocasião dos dez anos do movimento denominado de “Revolta do Buzú”, que reivindicou que a passagem não fosse reajustada em agosto de 2003.
Ele lembra que foram semanas intensas de luta que colocaram a discussão sobre o transporte público em outro patamar em Salvador e mostraram que outro modelo de sociedade e melhores condições de vida nas cidades só se conquistam com mobilização popular. “Naquele ano não conseguimos reduzir a tarifa, mas conseguimos vitórias importantes como o uso da meia passagem nas férias e nos finais de semana, o congelamento do preço da tarifa por um ano, e o mais importante feito daquele movimento: o exemplo”.
Hilton Coelho enfatiza que “a Revolta do Buzú” mostrou ao resto do país um modo novo de discutir transporte e lutar para que as cidades brasileiras tratem com respeito e dignidade o povo. O vereador do PSOL lembra, ainda, que foi a partir dessa luta que surgiu o MPL (Movimento pelo Passe Livre), em 2004, que nos anos seguintes conseguiu importantes avanços em Florianópolis, Rio de Janeiro e outras cidades, a partir da mobilização.
O socialista avalia que depois de dez anos a situação do transporte público em Salvador não melhorou. “O transporte público continua servindo apenas aos interesses dos empresários, que controlam com mão de ferro e subserviência da prefeitura todo o sistema rodoviário. Por esse motivo, acreditamos que as pautas que levaram milhares de estudantes às ruas há dez anos ainda continuam vivas, seja na ocupação da Câmara Municipal de Salvador agora pelo MPL ou nas manifestações que em cada bairro ou escola ocorrem. Nosso mandato coloca-se ao lado dessa luta, lembrando e celebrando mais um movimento que marcou a história da nossa cidade indicando um caminho de novidade e transformação na nossa cidade. Continua sendo necessário lutar por um transporte público, gratuito e de qualidade que respeite o nosso povo”, finaliza Hilton Coelho.
Ele lembra que foram semanas intensas de luta que colocaram a discussão sobre o transporte público em outro patamar em Salvador e mostraram que outro modelo de sociedade e melhores condições de vida nas cidades só se conquistam com mobilização popular. “Naquele ano não conseguimos reduzir a tarifa, mas conseguimos vitórias importantes como o uso da meia passagem nas férias e nos finais de semana, o congelamento do preço da tarifa por um ano, e o mais importante feito daquele movimento: o exemplo”.
Hilton Coelho enfatiza que “a Revolta do Buzú” mostrou ao resto do país um modo novo de discutir transporte e lutar para que as cidades brasileiras tratem com respeito e dignidade o povo. O vereador do PSOL lembra, ainda, que foi a partir dessa luta que surgiu o MPL (Movimento pelo Passe Livre), em 2004, que nos anos seguintes conseguiu importantes avanços em Florianópolis, Rio de Janeiro e outras cidades, a partir da mobilização.
O socialista avalia que depois de dez anos a situação do transporte público em Salvador não melhorou. “O transporte público continua servindo apenas aos interesses dos empresários, que controlam com mão de ferro e subserviência da prefeitura todo o sistema rodoviário. Por esse motivo, acreditamos que as pautas que levaram milhares de estudantes às ruas há dez anos ainda continuam vivas, seja na ocupação da Câmara Municipal de Salvador agora pelo MPL ou nas manifestações que em cada bairro ou escola ocorrem. Nosso mandato coloca-se ao lado dessa luta, lembrando e celebrando mais um movimento que marcou a história da nossa cidade indicando um caminho de novidade e transformação na nossa cidade. Continua sendo necessário lutar por um transporte público, gratuito e de qualidade que respeite o nosso povo”, finaliza Hilton Coelho.

