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Prefeitura de Belém (PA), governada pelo PSOL, lança plano para erradicar analfabetismo

A Prefeitura de Belém (PA), governada por Edmilson Rodrigues (PSOL), instituiu um grupo de trabalho para promover a alfabetização em toda a capital paraense. A intenção é declarar Belém território livre do analfabetismo, a partir da execução do Plano de Alfabetização de Belém.

O programa foi lançado na semana do Dia Mundial da Alfabetização, celebrado em 8 de setembro, e para celebrar o centenário do educador Paulo Freire, que será no próximo dia 19 de setembro.

Segundo a Prefeitura, mais de 11 mil pessoas que estão no Cadastro Único para Programas Sociais do governo federal (CadÚnico) nunca frequentaram a escola. Assim, a partir deste mês até dezembro de 2021, estão programadas várias atividades de mobilização, busca ativa de estudantes a partir de 15 anos e formação de alfabetizadores e coordenadores que vão atuar nas turmas da Educação de Jovens, Adultos e Idosos (Ejai) que serão abertas em 2022.

O Plano de Alfabetização de Belém irá trabalhar com duas metodologias: a primeira, Freireana, que utiliza o universo vocabular das pessoas e temas geradores, focados na realidade do indivíduo, com atividades de círculo de cultura e diálogos. A segunda será o método cubano chamado “Sim, posso”, que trabalha com recursos audiovisuais e círculos de cultura, que serão desenvolvidos, em especial, pelos movimentos sociais, mesclando com a filosofia freireana.

“Festejar Paulo Freire tem um significado importante. Ele conjugou o verbo ‘esperançar’ para dizer que nossos sonhos são realizáveis e que a educação é um instrumento fundamental para avançarmos rumo ao futuro de homens e mulheres felizes, livres e democraticamente organizados. E o combate ao analfabetismo, o direito à educação deve ser um compromisso de quem ama o Brasil. Quem conhece Paulo Freire, não tem como não amá-lo”, disse o prefeito Edmilson Rodrigues

“Alfabetizar é aprender a ler, escrever, a função básica da escolarização. Quando a gente encontra uma cidade com um grande número de pessoas não alfabetizadas, certamente temos uma cidade que exclui as pessoas. Nesse tempo de pandemia, as que não conseguiram buscar os auxílios emergenciais são exatamente aquelas que não sabem ler e escrever”, enfatiza a secretária de Educação de Belém, Márcia Bittencourt.

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