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PSOL critica morosidade para instauração de inquérito

Diante das críticas de que 15 dias seria muito tempo para instauração de inquérito por quebra de decoro parlamentar contra o deputado Paulo Pereira da Silva, o Paulinho da Força Sindical, o novo presidente do Conselho de Ética da Câmara, Sérgio Moraes, eleito ontem (28/05), recuou e disse que pode tomar decisão na reunião da próxima terça-feira, dia 3 de junho. O deputado Chico Alencar avaliou que a demora representa uma manobra protelatória.

Segundo Chico Alencar, a morosidade para instauração do inquérito pode conceder mais tempo para defesa de Paulo Pereira ou até sua renúncia. “Trata-se de uma manobra protelatória. A tarefa imediata, simples e objetiva é instaurar o inquérito. A análise cabe ao relator”, argumentou o Chico Alencar.

Segundo o deputado, nesse tipo de caso, de representações por quebra de decoro parlamentar, o presidente atua como despachante. A alegação de Sérgio Moraes que teria de ler os processos antes, tanto a documentação do PSOL, como a apresentada pelo corregedor Inocêncio Oliveira, não tem embasamento. “A situação é grave. Exige-se celeridade. E não protelar uma situação mais desgastante para o parlamento”.

Paulo Pereira da Silva é acusado de envolvimento em esquema de corrupção e propina envolvendo o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), descoberto pela Polícia Federal na operação Santa Tereza, em abril passado.

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