A presidente do PSOL no Pará, Marinor Brito, participou na sexta-feira (03), de ato de repúdio contra a violência homofóbica praticada por policiais civis. O ato foi realizado em frente a delegacia geral de polícia civil, centro de Belém.
Organizado pelas entidades que compõem o movimento de luta pela cidadania LGBT (lésbicas, gays, bissexuais e transgêneros) e outras entidades que lutam pelos direitos humanos no Pará, o ato serviu para repudiar a violência policial sofrida pelo ativista dos direitos humanos e membro do movimento LGBT no Pará, Beto Paes, ocorrida no último dia 15 de janeiro em um bar frequentado por lésbicas, gays, bissexuais e transgêneros de Belém.
Beto Paes, ao sair do bar, foi abordado por dois policiais civis que o humilharam e o agrediram física e psicologicamente.
A violência foi denunciada na corregedoria da polícia civil e na ouvidoria de segurança pública do Pará para rigorosa apuração e celeres providências.
Marinor Brito, presidenta do PSOL no Pará, ao usar da palavra prestou total e irrestrita solidariedade a Beto Paes, colocou o PSOL a disposição da luta e foi firme em responsabilizar o governo do Estado pela impunidade que assola os paraenses e também não poupou críticas ao atual modelo de segurança pública implantado pelo governo Simão Jatene (PSDB), que segundo Marinor, não combate a violência, não qualifica os policiais e deixa o povo do Pará entregue a própria sorte.
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