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Rio de Janeiro: Miliciano não tem vez no PSOL

O sargento da Polícia Militar Vandro Lopes Gonçalves preso nesta terça-feira  (17/04), acusado  pelo Ministério Público estadual de chefiar uma milícia responsável por diversos crimes em Magé, não é filiado ao Partido Socialismo e Liberdade (PSOL). Em 2008, o policial militar se inscreveu como candidato pelo PSOL a vereador em Magé, mas não fez campanha e nunca participou de qualquer atividade partidária, tendo optado por apoiar uma candidatura de outro partido.
O combate às milícias sempre foi uma das prioridades do PSOL. Lutamos na  Assembleia Legislativa (Alerj)  pela criação da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) presidida pelo deputado Marcelo Freixo, que investigou esta modalidade de crime organizado que ainda ameaça o nosso estado e levou à prisão mais de 500 milicianos. O PSOL não tem espaço para políticos com vínculos criminosos e apoia as atividades da polícia para combater a milícia no Rio, especialmente suas vinculações políticas.

Repudiamos quaisquer tentativas de vincular as ações ilegais  deste policial ao PSOL e especialmente ao companheiro Marcelo Freixo, símbolo do combate às milícias no Rio. O PSOL sempre enfrentou as milícias e combateu a corrupção policial e política em nosso estado. Na Assembleia Legislativa e na Câmara de Vereadores vamos continuar defendendo os movimentos sociais e discutindo as vinculações do governo do estado e da prefeitura carioca com grupos e empreiteiras suspeitas de corrupção. O PSOL busca ser uma alternativa política para o Rio,  que apresente uma nova concepção de cidade e outro modelo de desenvolvimento para o estado.

Janira Rocha
presidente do PSOL/RJ

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