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Thaís Ferreira (PSOL) sofre ameaças de morte por criticar chacina no RJ

A vereadora Thaís Ferreira, líder da bancada do PSOL na Câmara Municipal do Rio de Janeiro, vem sofrendo desde a última semana uma série de ataques de ódio e até ameaças contra sua vida e sua família. A ofensiva visivelmente coordenada surgiu depois das críticas da parlamentar às operações policiais do governador Cláudio Castro, que resultaram em uma chacina na última semana nos Complexos do Alemão e da Penha.

Algumas das publicações da parlamentar do PSOL receberam mais de 5 mil comentários, muitos com teor misógino e racista, entre eles uma mensagem que a chamava de “faccionada” e que dizia que ela deveria ser “torturada e morta”.

Thaís já registrou ocorrência na delegacia de crimes virtuais e vem denunciando em suas redes sociais o método de mais uma violência política de gênero e raça contra uma parlamentar negra no Rio de Janeiro.

“O principal, para além da indignação, é deixar claro que esses ataques não são opinião: são ódio, são crime. Trata-se de violência política de gênero e raça. Depois que me posicionei sobre essa megaoperação que paralisou a cidade, passei a ser alvo desses ataques coordenados”, declarou.

“Vou adotar medidas de proteção física, digital e emocional para seguir fazendo o que precisa ser feito: defender a vida, a democracia e o direito de toda mulher — sobretudo de uma mulher como eu, negra e mãe — de existir, trabalhar e fazer política em paz”, finaliza.

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