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Veja algumas das ações antirracistas da mandata de Áurea Carolina neste Novembro Negro

O mês de novembro, marco da Consciência Negra e da luta antirracista no Brasil, está chegando ao fim, mas ficou marcado por uma série de ações dos parlamentares do PSOL para combater o racismo e suas desigualdades históricas e fortalecer a luta e protagonismo dos negros e negras no país. A deputada federal Áurea Carolina, por exemplo, apresentou uma série de iniciativas durante este mês na Câmara dos Deputados, um espaço historicamente hostil ao povo e ainda mais às mulheres negras. Conheça algumas das ações.

Ao lado da Bancada Negra da Câmara dos Deputados, Áurea Carolina apresentou o projeto de lei de combate ao racismo institucional. A iniciativa foi uma ação coordenada com aliadas e aliados da Coalizão Negra por Direitos. A proposta tem o intuito de eliminar práticas de discriminação racial na administração pública, que prejudicam o acesso igualitário da população aos serviços e às políticas públicas.

Áurea também propôs e coordenou, através da Comissão de Cultura da Câmara dos Deputados, uma audiência pública no próprio dia 20 de novembro para celebrar a Consciência Negra, desde Zumbi dos Palmares até Marielle Franco. No mesmo dia, organizou um manifesto cultural em homenagem ao hip-hop na Câmara dos Deputados, que encheu de povo e cultura negra e periférica o parlamento.

A mandata de Áurea Carolina também esteve na linha de frente da defesa no parlamento dos povos quilombolas que podem ser diretamente afetadas pelo acordo entre Bolsonaro e Trump aprovado na Câmara sobre a base espacial de Alcântara, no Maranhão. Áurea exigiu ao lado das comunidades tradicionais que a Convenção 169 da OIT, que exige a realização de uma consulta às populações tradicionais que sejam diretamente afetadas por obras de grande porte do governo brasileiro. A questão, inclusive, está judicializada no STF através de ação do PSOL.

Áurea Carolina, ao lado de Talíria Petrone, David Miranda e outros parlamentares negros e negras da Câmara também tiveram de resistir a agressões evidentemente racistas realizadas por parlamentares do PSL, que vandalizaram uma exposição em homenagem ao Dia da Consciência Negra e deram declarações abertas racistas no plenário do parlamento.

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