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Ato contra a impunidade e o caos aéreo agita Porto Alegre


A atividade reuniu centenas de pessoas: lideranças do PSOL, familiares das vítimas, esposas de
controladores, sindicato dos aeroviários, SINTERGS e SINAPERS, AERUS,
além de sindicalistas, estudantes secundaristas e universitários, pilotos aposentados da VARIG, lideranças dos servidores públicos das universidades e hospitais federais, do CPERS sindicato, do SIMPA e moradores de Porto Alegre e região metropolitana.

O ato foi antecedido pela entrega à Heloísa Helena e Luciana Genro de dossiê elaborado pelos
pilotos aposentados da VARIG, no qual contam toda a história do fundo
de pensão privado, o AEROS. Os pilotos da VARIG deixaram de receber
suas aposentadorias no mês passado e estão abandonados pela empresa e
pelo governo. Pedem solução para seu problema. Esta semana, Luciana
solicitou ao Ministro da Defesa, Nelson Jobim, que encaminhe o acordo
do governo com a empresa para que esses trabalhadores possam receber o
que a empresa lhes deve.

A atividade foi também a confluência de outras lutas: contra a
enturmação promovida pela governadora Yeda Crusius nas escolas
estaduais, pelo pagamento dos precatórios aos funcionários e
pensionistas do estado, contra a aprovação do projeto das Fundações
Públicas de Direito Privado que ameaçam os serviços de saúde e educação
com formas renovadas de privatização, agora patrocinadas pelo governo
Lula.

Falando do alto de um banquinho de madeira, Heloísa Helena não poupou o
governo Lula pela situação do país. Luciana Genro, por sua vez, disse
que luta contra a corrupção é para que os recursos públicos sejam
investidos em segurança não somente do espaço aéreo, mas das estradas
que matam milhares de brasileiros e brasileiras, em saúde e educação.
"O maior crime desse país é ter um governo submetido aos interesses dos
mais ricos", sentenciou a deputada do PSOL.

 

Liderança das esposas de controladores participou do ato contra a corrupção e o caos aéreo

"Vim à convite da deputada Luciana Genro, representando os familiares de controladores de vôo, porque ela tem feito um trabalho admirável pela causa da segurança aérea. Nós também lutamos contra a corrupção que muito provavelmente move os interesses que existem por trás do caos. E estamos aqui em Porto Alegre para pedir a desmilitarização do controle do tráfego aéreo civil para que tenhamos mais transparência nas informações. E porque lutamos pela valorização da carreira de controladores para evitar uma evasão de mão-obra do setor diante disso tudo o que está acontecendo", declarou Lúcia Padilha, liderança das esposas dos controladores de vôo.

 

Pai do piloto do airbus da TAM falou no Ato da Esquina Democrática

Pai do piloto morto no acidente da TAM, Raphael Sacco, 82 anos, disse ter vindo para o ato Contra a Corrupção e o Caos Aéreo para tentar fazer públicas algumas verdades a respeito do acidente com o Airbus. "Conto com o apoio da Deputada Luciana Genro para ter abertura para falar. Essa tragédia não foi um mero acidente", afirmou o ex-piloto Raphael.

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