Bancada do PSOL assina mandado de segurança que pede anulação, no STF, da eleição na Comissão de Direitos Humanos
13 de março de 2013
Os deputados do PSOL Jean Wyllys (PSOL/RJ), Chico Alencar (PSOL/RJ), Ivan Valente (PSOL/SP), juntamente com outros parlamentares da base do PT, PSB e PPS, impetraram nesta terça-feira (12), no Supremo Tribunal Federal (STF), um mandado de segurança (nº 31951) que pede a anulação da reunião da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara, realizada no dia 7 de março, que elegeu o deputado pastor Marco Feliciano como presidente do colegiado. No mesmo dia o ministro Luiz Fux foi designado relator do MS.
Para o presidente e líder do PSOL, deputado Ivan Valente, o presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves agiu precipitadamente ao convocar uma reunião da CDHM para o dia seguinte, a quinta-feira 7, à portas fechadas, que acabou elegendo Marco Feliciano. “O problema agora é a imagem do parlamento. Alguém que se manifesta cheio de preconceitos preside a Comissão de Direitos Humanos e Minorias”.
Na reunião de líderes, Ivan Valente foi o primeiro a falar sobre o assunto e cobrou posição da presidência da Câmara e demais líderes partidários.
Frente Parlamentar em Defesa da Dignidade Humana e Contra a Violação de Direitos
Mais cedo, os parlamentares contrários à eleição de Marco Feliciano se reuniram para tratar da criação da Frente Parlamentar em Defesa da Dignidade Humana e Contra a Violação de Direitos.
O deputado Jean Wyllys destacou que a divulgação de várias notas públicas de organizações e entidades retratam a repercussão que teve a eleição do deputado Marco Feliciano – todas criticando a escolha. “O acordo político entre partidos resultou numa eleição desastrosa”, afirmou o deputado Jean Wyllys, integrante da CDHM.
O líder do PSOL, deputado Ivan Valente, destacou a mobilização dos movimentos sociais, que realizaram manifestações em várias partes do país. Um abaixo assinado (www.avvaz.org) já contabilizou mais de 365 mil adesões cobrando a saída de Marco Feliciano da presidência da CDHM. “A reação social que houve em torno deste nome torna a situação insustentável”, argumentou Ivan Valente.
O deputado Chico Alencar disse que as denúncias divulgadas pela imprensa no último fim de semana revelam outra face do deputado Feliciano. Reportagens apontam que Marco Feliciano usou o mandato parlamentar em benefício de suas empresas e das atividades de sua igreja, tem contratado em seu gabinete um funcionário que trabalha em um escritório de advocacia de Guarulhos (SP) – firma que já recebeu R$ 35 mil da cota parlamentar do deputado desde que ele tomou posse, repassou recursos públicos ao escritório de outro advogado, que o defendeu em um processo eleitoral às vésperas do pleito e emprega também pastores e cantores de música gospel que trabalharam na gravação de seu CD. Chico Alencar disse ainda que o PSOL não descarta a possibilidade de apresentar pedido de investigação sobres esses fatos na Corregedoria da Câmara.
Para ler essa matéria completa, clique aqui.
Para o presidente e líder do PSOL, deputado Ivan Valente, o presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves agiu precipitadamente ao convocar uma reunião da CDHM para o dia seguinte, a quinta-feira 7, à portas fechadas, que acabou elegendo Marco Feliciano. “O problema agora é a imagem do parlamento. Alguém que se manifesta cheio de preconceitos preside a Comissão de Direitos Humanos e Minorias”.
Na reunião de líderes, Ivan Valente foi o primeiro a falar sobre o assunto e cobrou posição da presidência da Câmara e demais líderes partidários.
Frente Parlamentar em Defesa da Dignidade Humana e Contra a Violação de Direitos
Mais cedo, os parlamentares contrários à eleição de Marco Feliciano se reuniram para tratar da criação da Frente Parlamentar em Defesa da Dignidade Humana e Contra a Violação de Direitos.
O deputado Jean Wyllys destacou que a divulgação de várias notas públicas de organizações e entidades retratam a repercussão que teve a eleição do deputado Marco Feliciano – todas criticando a escolha. “O acordo político entre partidos resultou numa eleição desastrosa”, afirmou o deputado Jean Wyllys, integrante da CDHM.
O líder do PSOL, deputado Ivan Valente, destacou a mobilização dos movimentos sociais, que realizaram manifestações em várias partes do país. Um abaixo assinado (www.avvaz.org) já contabilizou mais de 365 mil adesões cobrando a saída de Marco Feliciano da presidência da CDHM. “A reação social que houve em torno deste nome torna a situação insustentável”, argumentou Ivan Valente.
O deputado Chico Alencar disse que as denúncias divulgadas pela imprensa no último fim de semana revelam outra face do deputado Feliciano. Reportagens apontam que Marco Feliciano usou o mandato parlamentar em benefício de suas empresas e das atividades de sua igreja, tem contratado em seu gabinete um funcionário que trabalha em um escritório de advocacia de Guarulhos (SP) – firma que já recebeu R$ 35 mil da cota parlamentar do deputado desde que ele tomou posse, repassou recursos públicos ao escritório de outro advogado, que o defendeu em um processo eleitoral às vésperas do pleito e emprega também pastores e cantores de música gospel que trabalharam na gravação de seu CD. Chico Alencar disse ainda que o PSOL não descarta a possibilidade de apresentar pedido de investigação sobres esses fatos na Corregedoria da Câmara.
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