Aproximadamente 15 mil habitantes são representados por um gestor que assumiu o compromisso de fazer melhor e diferente
Carentes de educação, saúde, atendimento e serviços básicos. Assim viviam a maioria dos moradores do Arquipélago do Bailique, em Macapá, abandonado pelo Poder Público por mais de quatro anos, e que agora enxerga a perspectiva de se reerguer e se reestruturar com as medidas imediatas promovidas pela Prefeitura Municipal de Macapá.
Nem a distância e as adversidades do tempo impediram que o prefeito de Macapá, Clécio Luís,do PSOL, visitasse as principais comunidades que integram o Arquipélago. A maratona iniciou com o Congresso do Povo, na Vila Progresso, seguida com atendimento à população na Agência Distrital, realizada pessoalmente pelo Prefeito, no sábado, 15 de junho. Entre as demandas, ampliação de escolas, construção de postos de saúde, coleta do lixo, deslocamento de professores, agentes de limpeza e profissionais da saúde.
O tempo não para
Era noite quando o Prefeito Clécio Luís atravessou o rio que separa a Vila Progresso da Macedônia. Esta última conta com cerca de mil habitantes. No local, a população esperava ansiosa pelo gestor, que fez questão de visitar todas as famílias da região.
Acompanhado da equipe técnica da Educação, Clécio Luís visitou a Escola Municipal de Ensino Fundamental Rosa de Saron. Na unidade de ensino foi realizado o levantamento das principais demandas, mas também constatada a dedicação do diretor Joaquim Vilhena, que tem seguido as orientações de cuidar da escola e fazer dela uma extensão da casa e da família dos moradores da comunidade.
“Não temos medido esforços, nossos alunos têm merenda e uma excelente educação. Hoje, o que precisamos é de um professor de informática, para colocarmos nosso projeto de inclusão digital em prática, além de pequenos reparos na escola”, relatou Joaquim Vilhena.
Caravana Administrativa
No domingo (16), o prefeito Clécio Luís e sua equipe administrativa do primeiro escalão visitaram as comunidades de Jaranbuba, Livramento, Igarapé do Meio e Limão do Curuá. Como em todo o arquipélago, os rios são as ruas dos moradores, que utilizam pequenas embarcações, cascos e rabetas, para se locomoverem para todo o lugar, incluindo as escolas e igrejas, remando entre braços e igarapés de águas turvas.
A sexta maior comunidade, Limão do Curuá, abriga pouco mais de 90 famílias e é exemplo de dedicação dos moradores, que vencem as dificuldades através da união da comunidade. A escola funciona em uma pequena sala dividida em três cômodos. Os 30 pequenos alunos, de 4 a 6 anos de idade, revezam-se em busca de aprendizado. Ao ver a situação do local, que de acordo com os moradores está em condições precárias há mais de 10 anos, Clécio Luís determinou total empenho da Secretaria Municipal de Educação (Semed) tendo como primeira iniciativa a ampliação da escola.
Mais um exemplo de determinação é visto na saúde. O posto local é administrado por duas pessoas, Juvenil dos Santos, de 56 anos, que trabalha no local há 25 anos como atendente hospitalar; e Roselina Pantoja, de 32 anos, Técnica de Enfermagem há 3 anos no posto.
O espaço reduzido não impede que os profissionais atendam com qualidade a população. Organizados e sempre dispostos, a tímida equipe do “postinho”, como é conhecido na localidade, atende cerca de 4 comunidades próximas, com atendimentos de baixa complexidade, e ainda realizam palestras de saúde preventiva e prestam socorro nos casos mais graves.
“Uma vez na semana realizo palestras de prevenção de diabetes, pressão alta, a importância da boa alimentação e cuidados com as crianças. A população gosta e para mim é um compromisso com o povo. Além dos curativos, entrega de medicações e palestras, também ajudo no transporte dos casos mais graves, como picada de cobra. Faço questão de acompanhar o paciente até a capital, tomando medidas básicas dos primeiros socorros”, descreveu a Técnica de Enfermagem.
Emocionado e orgulhoso da “tímida” equipe do “postinho”, o secretário Municipal de Saúde, Rinaldo Martins, prometeu enviar com regularidade os medicamentos básicos, que são os mais utilizados, como também investir em melhorias.
“Queremos fazer saúde de verdade, e para colocarmos em prática é necessário que iniciemos pela saúde preventiva. O principal objetivo é ter Unidades em pontos estratégicos do Arquipélago, que prestem todos os atendimentos às comunidades. Assim, diminuiria a distância de quem tem que ir para Macapá”, relatou Rinaldo Martins.
Na comunidade do Livramento os moradores ficaram emocionados com a visita do Prefeito. “Agora sim nos sentimos representados, pois essa é a primeira vez que recebemos a visita de um prefeito em nossa comunidade”, comemorou dona Maria Frolina, 48 anos, ao ver Clécio na porta da sua casa.
No Igarapé do Meio, quinta maior comunidade do Arquipélago, com cerca de 100 famílias, Clécio Luís visitou as instalações da Escola Municipal de Ensino Fundamental Canal dos Guimarães. A maior demanda do local foi a ampliação da escola, que hoje atende três comunidades, acolhendo cerca de 50 alunos, de 4 a 9 anos de idade.
Orientados pela secretária Municipal de Educação, Antônia Andrade, a equipe técnica realizou um levantamento das escolas municipais, para que os problemas possam ser solucionados de forma imediata.
Passava das 23 horas quando Clécio Luís, acompanhado da equipe administrativa, finalizou as visitas na Comunidade de Itamatatuba.
“Ver o sorriso das pessoas, o brilho renovado no olhar e a confiança depositada no meu mandato, aumentam ainda mais o meu compromisso de fazer melhor e diferente. É apenas o começo, sempre estarei presente nas Comunidades. Fui eleito para representar o povo e farei com muita satisfação, concluiu Clécio Luís, depois de três dias dedicados exclusivamente ao Arquipélago do Bailique.
Carentes de educação, saúde, atendimento e serviços básicos. Assim viviam a maioria dos moradores do Arquipélago do Bailique, em Macapá, abandonado pelo Poder Público por mais de quatro anos, e que agora enxerga a perspectiva de se reerguer e se reestruturar com as medidas imediatas promovidas pela Prefeitura Municipal de Macapá.
Nem a distância e as adversidades do tempo impediram que o prefeito de Macapá, Clécio Luís,do PSOL, visitasse as principais comunidades que integram o Arquipélago. A maratona iniciou com o Congresso do Povo, na Vila Progresso, seguida com atendimento à população na Agência Distrital, realizada pessoalmente pelo Prefeito, no sábado, 15 de junho. Entre as demandas, ampliação de escolas, construção de postos de saúde, coleta do lixo, deslocamento de professores, agentes de limpeza e profissionais da saúde.
O tempo não para
Era noite quando o Prefeito Clécio Luís atravessou o rio que separa a Vila Progresso da Macedônia. Esta última conta com cerca de mil habitantes. No local, a população esperava ansiosa pelo gestor, que fez questão de visitar todas as famílias da região.
Acompanhado da equipe técnica da Educação, Clécio Luís visitou a Escola Municipal de Ensino Fundamental Rosa de Saron. Na unidade de ensino foi realizado o levantamento das principais demandas, mas também constatada a dedicação do diretor Joaquim Vilhena, que tem seguido as orientações de cuidar da escola e fazer dela uma extensão da casa e da família dos moradores da comunidade.
“Não temos medido esforços, nossos alunos têm merenda e uma excelente educação. Hoje, o que precisamos é de um professor de informática, para colocarmos nosso projeto de inclusão digital em prática, além de pequenos reparos na escola”, relatou Joaquim Vilhena.
Caravana Administrativa
No domingo (16), o prefeito Clécio Luís e sua equipe administrativa do primeiro escalão visitaram as comunidades de Jaranbuba, Livramento, Igarapé do Meio e Limão do Curuá. Como em todo o arquipélago, os rios são as ruas dos moradores, que utilizam pequenas embarcações, cascos e rabetas, para se locomoverem para todo o lugar, incluindo as escolas e igrejas, remando entre braços e igarapés de águas turvas.
A sexta maior comunidade, Limão do Curuá, abriga pouco mais de 90 famílias e é exemplo de dedicação dos moradores, que vencem as dificuldades através da união da comunidade. A escola funciona em uma pequena sala dividida em três cômodos. Os 30 pequenos alunos, de 4 a 6 anos de idade, revezam-se em busca de aprendizado. Ao ver a situação do local, que de acordo com os moradores está em condições precárias há mais de 10 anos, Clécio Luís determinou total empenho da Secretaria Municipal de Educação (Semed) tendo como primeira iniciativa a ampliação da escola.
Mais um exemplo de determinação é visto na saúde. O posto local é administrado por duas pessoas, Juvenil dos Santos, de 56 anos, que trabalha no local há 25 anos como atendente hospitalar; e Roselina Pantoja, de 32 anos, Técnica de Enfermagem há 3 anos no posto.
O espaço reduzido não impede que os profissionais atendam com qualidade a população. Organizados e sempre dispostos, a tímida equipe do “postinho”, como é conhecido na localidade, atende cerca de 4 comunidades próximas, com atendimentos de baixa complexidade, e ainda realizam palestras de saúde preventiva e prestam socorro nos casos mais graves.
“Uma vez na semana realizo palestras de prevenção de diabetes, pressão alta, a importância da boa alimentação e cuidados com as crianças. A população gosta e para mim é um compromisso com o povo. Além dos curativos, entrega de medicações e palestras, também ajudo no transporte dos casos mais graves, como picada de cobra. Faço questão de acompanhar o paciente até a capital, tomando medidas básicas dos primeiros socorros”, descreveu a Técnica de Enfermagem.
Emocionado e orgulhoso da “tímida” equipe do “postinho”, o secretário Municipal de Saúde, Rinaldo Martins, prometeu enviar com regularidade os medicamentos básicos, que são os mais utilizados, como também investir em melhorias.
“Queremos fazer saúde de verdade, e para colocarmos em prática é necessário que iniciemos pela saúde preventiva. O principal objetivo é ter Unidades em pontos estratégicos do Arquipélago, que prestem todos os atendimentos às comunidades. Assim, diminuiria a distância de quem tem que ir para Macapá”, relatou Rinaldo Martins.
Na comunidade do Livramento os moradores ficaram emocionados com a visita do Prefeito. “Agora sim nos sentimos representados, pois essa é a primeira vez que recebemos a visita de um prefeito em nossa comunidade”, comemorou dona Maria Frolina, 48 anos, ao ver Clécio na porta da sua casa.
No Igarapé do Meio, quinta maior comunidade do Arquipélago, com cerca de 100 famílias, Clécio Luís visitou as instalações da Escola Municipal de Ensino Fundamental Canal dos Guimarães. A maior demanda do local foi a ampliação da escola, que hoje atende três comunidades, acolhendo cerca de 50 alunos, de 4 a 9 anos de idade.
Orientados pela secretária Municipal de Educação, Antônia Andrade, a equipe técnica realizou um levantamento das escolas municipais, para que os problemas possam ser solucionados de forma imediata.
Passava das 23 horas quando Clécio Luís, acompanhado da equipe administrativa, finalizou as visitas na Comunidade de Itamatatuba.
“Ver o sorriso das pessoas, o brilho renovado no olhar e a confiança depositada no meu mandato, aumentam ainda mais o meu compromisso de fazer melhor e diferente. É apenas o começo, sempre estarei presente nas Comunidades. Fui eleito para representar o povo e farei com muita satisfação, concluiu Clécio Luís, depois de três dias dedicados exclusivamente ao Arquipélago do Bailique.

