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Contra a retirada de direitos, organizações promovem a “Quinta-feira vermelha”

Nesta quinta-feira, 25 de junho, movimentos sociais, partidos políticos, entidades sindicais e estudantis prometem ir às ruas do centro de São Paulo para apresentar a indignação de boa parte da população às medidas de ajuste fiscal do governo de Dilma Rousseff e também à ofensiva conservadora, que segue avançando no Congresso Nacional. O tom da “Quinta-feira vermelha”, nome dado ao dia de luta, é defender os direitos da classe trabalhadora e dos setores mais empobrecidos do país.
 
A concentração será a partir das 17h, no Masp (Avenida Paulista), de onde deve sair uma grande marcha para percorrer várias ruas da capital paulista.
 
Os eixos da “Quinta-feira vermelha” são:
1) Contra o ajuste fiscal do governo federal, estados e municípios
– Pelo lançamento imediato do programa Minha Casa Minha Vida 3, liberando as verbas da moradia popular. Não aos despejos!
– Pela liberação das verbas da educação e em defesa das greves nas universidades.
– Pelo fim do fator previdenciário e contra a progressividade na idade de aposentadoria.
 
2) Contra a ofensiva das pautas conservadoras no Congresso Nacional
– Não à redução da maioridade penal, que pretende penalizar ainda mais a juventude pobre, negra e periférica.
– Não à PL 131/15, que revê o regime de partilha do Pré-Sal.
– Não ao projeto das terceirizações, que no Senado tramita como PLC 30/2015.

3) Contra a PEC da Corrupção aprovada em primeira votação na Câmara, que legitima o financiamento empresarial de campanhas eleitorais.

“Estaremos nas ruas contra estes ataques e em defesa de um programa de reformas populares para o país. O ajuste que defendemos é com taxação das grandes fortunas, redução da jornada sem redução de salários e garantia dos direitos sociais”, afirmam os organizadores.
 
Além do PSOL, várias organizações, entidades e coletivos convocam a “Quinta-feira vermelha”, como Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST), Central Única dos Trabalhadores (CUT), Intersindical – Central da Classe Trabalhadora, União Nacional dos Estudantes (UNE), Unidos pra Lutar, Federação Nacional dos Metroviários (Fenametro), Sindicato dos Metroviários de São Paulo, Federação Única dos Petroleiros (FUP), Juntos, Rua – Juventude anticapitalista, Bloco de Resistência Socialista, Uneafro, Círculo Palmarino, Fora do Eixo.
 
Acesse o evento no Facebook, confirme presença e divulgue a “Quinta-feira vermelha”: http://on.fb.me/1KaNB3M

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