Após Paulo Roberto Costa, ex-diretor de Abastecimento da Petrobras, reafirmar, na sessão da CPI da Petrobras, que “doação de empresa é balela”, o deputado Ivan Valente (PSOL/SP) afirmou que é hora de ouvir, na Comissão, os políticos citados por ele que têm inquéritos abertos no Supremo Tribunal Federal.
“A convocação é urgente. É inadmissível que esta CPI ainda não tenha convocado nenhum parlamentar. Eu vou exigir que na reunião de quinta-feira seja aprovada uma bateria de convocações dos políticos citados por Paulo Roberto Costa que receberam propina e fizeram intermediação, seja ministro, parlamentar, governador ou presidente do Congresso Nacional, para que a gente possa de fato esclarecer as coisas. É hora de ouvir, na CPI, os políticos denunciados”, afirmou Ivan Valente, na tarde desta terça-feira (05), durante sessão da CPI da Petrobras, que ouviu Paulo Roberto Costa, maior delator do esquema de corrupção na estatal.
Quando questionado pelo deputado Ivan Valente se todas as doações – oficiais ou não – a partidos ou parlamentares, no caixa 1 ou 2, estão contaminados por dinheiro de corrupção, o ex-diretor afirmou que sim. Costa repetiu, ao menos três vezes, que ouviu de diversos executivos que doações de campanha foram feitas decorrentes de esquema de propina. “Não existe almoço de graça! Não há bons moços nas empreiteiras. Quem ‘doa’ R$ 5 milhões espera ganhar R$ 20 milhões lá na frente”, afirmou.
Em seu depoimento, Paulo Roberto Costa afirmou ainda que PMDB, PP e PT são os grandes beneficiários do esquema de corrupção na Petrobras. Contudo, o esquema também envolveu outros partidos, como o PSB, PTB e PSDB, para quem os partidos do governo pagaram R$ 10 milhões para enterrar a CPI da Petrobras no Senado.
“Há um conluio entre dirigentes da estatal que se corromperam, empreiteiras que corrompem e partidos e políticos que defendem na reforma política a manutenção do financiamento privado de campanha. Manter o financiamento empresarial de campanha no nosso país, depois de tudo que já foi dito por Paulo Roberto e Youssef, é uma vergonha”, ressaltou Valente.
“A convocação é urgente. É inadmissível que esta CPI ainda não tenha convocado nenhum parlamentar. Eu vou exigir que na reunião de quinta-feira seja aprovada uma bateria de convocações dos políticos citados por Paulo Roberto Costa que receberam propina e fizeram intermediação, seja ministro, parlamentar, governador ou presidente do Congresso Nacional, para que a gente possa de fato esclarecer as coisas. É hora de ouvir, na CPI, os políticos denunciados”, afirmou Ivan Valente, na tarde desta terça-feira (05), durante sessão da CPI da Petrobras, que ouviu Paulo Roberto Costa, maior delator do esquema de corrupção na estatal.
Quando questionado pelo deputado Ivan Valente se todas as doações – oficiais ou não – a partidos ou parlamentares, no caixa 1 ou 2, estão contaminados por dinheiro de corrupção, o ex-diretor afirmou que sim. Costa repetiu, ao menos três vezes, que ouviu de diversos executivos que doações de campanha foram feitas decorrentes de esquema de propina. “Não existe almoço de graça! Não há bons moços nas empreiteiras. Quem ‘doa’ R$ 5 milhões espera ganhar R$ 20 milhões lá na frente”, afirmou.
Em seu depoimento, Paulo Roberto Costa afirmou ainda que PMDB, PP e PT são os grandes beneficiários do esquema de corrupção na Petrobras. Contudo, o esquema também envolveu outros partidos, como o PSB, PTB e PSDB, para quem os partidos do governo pagaram R$ 10 milhões para enterrar a CPI da Petrobras no Senado.
“Há um conluio entre dirigentes da estatal que se corromperam, empreiteiras que corrompem e partidos e políticos que defendem na reforma política a manutenção do financiamento privado de campanha. Manter o financiamento empresarial de campanha no nosso país, depois de tudo que já foi dito por Paulo Roberto e Youssef, é uma vergonha”, ressaltou Valente.

