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Deputados do P-SOL se retiram do Conselho de Ética e Decoro Parlamentar

Rodízio de Pizza no CongressoOs deputados do P-SOL Chico Alencar (RJ) e Orlando Fantazzini (SP) deixaram o Conselho de Ética da Câmara dos Deputados em protesto pela forma como o Plenário vem, reiteradamente, rejeitando os relatórios produzidos pelos parlamentares daquela instância. “É uma decisão drástica, forte, dolorosa”, disse Alencar.

A bancada do P-SOL se solidarizou com seus dois parlamentares,
entendendo que, na atual circunstância, não havia mais sentido político
na permanência de ambos no Conselho. “Embora eu respeite a decisão dos
colegas que ainda por lá estarão, não tenho dúvidas de que nesta
conjuntura, os trabalhos do Conselho de Ética se arrastão para um fim
melancólico”, declarou Alencar.

A posição crítica dos parlamentares do P-SOL se agudizou com a
absolvição em Plenário do deputado João Paulo Cunha, acusado de
participar do chamado esquema do “mensalão”. Em Carta enviada hoje ao
presidente do Conselho, Ricardo Izar, os deputados do P-SOL e outros
integrantes do Conselho alegaram estar deixando aquela instância por
ela ter atualmente uma função “muito mais estética – de edulcorar com
debate democrático uma dinâmica corporativa – do que de aconselhamento
ético ao conjunto da Câmara dos Deputados.”

Chico Alencar disse que a partir de agora, o P-SOL vai “travar uma
batalha aberta em campo minado”, se referido, ao corpo-a-corpo do
plenário. Ainda segundo ele, as freqüentes absolvições dos mensaleiros,
se escudam no instituto do voto secreto, o que faz com que a discussão
do voto aberto parlamentar venha ordem do dia do Congresso Nacional.

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