O Procurador Geral da República, Rodrigo Janot, desmentiu informação prestada pelo presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha, em reunião do Colégio de Líderes do último dia 11 de agosto, de que na diligência autorizada pelo Supremo Tribunal Federal (STF) para obtenção de provas [na Câmara dos Deputados] a respeito de uma investigação originária da chamada Operação Lava Jato, houve acessos aos computadores e documentos ali inseridos de todos os 513 deputados federais, por um prazo de três meses.
Em resposta a um ofício sobre o tema enviado pelo líder do PSOL na Câmara, deputado federal Chico Alencar (RJ), Janot afirma que a informação divulgada por Eduardo Cunha é “inverídica e, no mínimo, leviana”, como comprovam as imagens abaixo. “A leviandade da declaração reside no fato de que tenta usar como escudo a instituição da Câmara dos Deputados – e, pela via da desinformação, seus pares – para atacar o Ministério Público Federal, embora a crítica da diligência seja de interesse exclusivo para a defesa do deputado Eduardo Cunha”, disse.




