A parlamentar denunciou comentários publicados nas redes sociais após a morte da jovem. Entre as mensagens reunidas por Erika, uma delas fazia referência à aparência de Maria Eduarda e sugeria práticas criminosas envolvendo seu corpo. Para a deputada, o conteúdo expõe um cenário alarmante de violência misógina que não pode ser tratado como algo normal ou aceitável.
Ao anunciar a denúncia, Erika classificou as publicações como criminosas e destacou a necessidade de responsabilização dos autores. Segundo ela, a gravidade das mensagens exige investigação por parte das autoridades competentes, especialmente diante da disseminação desse tipo de conteúdo nas plataformas digitais.
A deputada também criticou a falta de moderação das redes sociais e cobrou maior responsabilidade das empresas de tecnologia diante da circulação de discursos de ódio e violência contra mulheres. Para Erika, a busca por lucro não pode servir de justificativa para a permanência de conteúdos que incentivam crimes e atentam contra a dignidade humana.

