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Escrito pelo povo, texto do Plano Plurianual de Macapá é aprovado

A data entrou para história de Macapá, 21 de julho, domingo, dia no qual os delegados populares das zonas urbana e rural se reuniram com o prefeito Clécio Luís, do PSOL, e seu secretariado para a cerimônia de encerramento do Congresso do Povo. Durante o encontro, realizado na rodovia do Curiaú, foram lidos os textos resultantes dos quatro grupos de trabalhos que abordaram temáticas ligadas, por exemplo, a saneamento, transporte, educação, segurança e saúde, registros das demandas que entraram no texto final do Plano Plurianual Participativo, que pela primeira vez foi pensado, elaborado, debatido e escrito pelo povo de Macapá.
 
De forma nunca antes vista, os cidadãos macapaenses, representantes de bairros e comunidades, demonstraram afinidade e compromisso ao discutir a política do município. Isto porque, segundo os representantes populares, “o Congresso do Povo representou mudança de mentalidade”. Algumas pessoas dizem não gostar de discutir ou participar da política, mas a maioria delas não gosta porque não a compreende, portanto, ao levar a política ao conhecimento popular, a Prefeitura de Macapá cumpre seu papel democrático, inserindo sua gente para discutir os problemas e as soluções para uma Macapá melhor.
 
Graças a esse processo intenso de diálogo, cara a cara, olho no olho, entre gestores e moradores de Macapá, conseguiu-se definir propostas de investimentos para os próximos quatro anos. O desejo da população em participar da administração do lugar onde mora, agora é realidade. Mais que isso, os 700 delegados eleitos nas 18 assembleias do PPA são legítimos fiscalizadores das ações do município, papel que a Prefeitura compreende ser de todos.
 
Dijavan Fereira, delegado popular do arquipélago do Bailique, disse que “os representantes populares saíram de seus lares para trabalhar pelo município, pois nas comunidades eles são ‘o prefeito’” e complementou: “eu nunca tinha visto isso: secretário público nas ruas trabalhando de sol a sol, funcionário público que sai do conforto do gabinete e vai ao encontro das comunidades”. Já Sidraque da Costa, de Tessalônica, afirmou que o Congresso do Povo é uma “revolução na democracia brasileira, pois o prefeito Clécio está caminhando com o povo”.
 
Do bairro do Infraero, Veruza Castro afirmou que “o povo não aceita retrocesso e que todos os delegados que participaram do Congresso do povo serão agentes multiplicadores do novo jeito de cuidar de Macapá. Agora o povo vai cuidar de Macapá e o novo começa pela mudança de atitude e pela coragem para cuidar de Macapá”.
 
No encerramento do Encontro, o prefeito Clécio Luiz concluiu que o povo de Macapá é formado por homens e mulheres livres e que a vontade popular é maior que qualquer força contrária. Aprovados os itens que vão pautar a administração pública ao longo dos quatro anos, e depois de mais de quatro meses de intenso trabalho para se chegar ao formato final do PPA, chegou a hora de comemorar as conquistas. No palco do Macapá Verão, montado na Rodovia do Curiaú, delegados, gestores, técnicos, vereadores, moradores da redondeza se confraternizaram, caíram na roda do Marabaixo e ao som do Senzalas se despediram da jornada, que está apenas começando.
 
Agora, o texto escrito pelos delegados foi repassado a Secretaria Municipal de Planejamento (Sempla) onde será estruturado tecnicamente, e passará para a Câmara de Vereadores, que tem até o mês de setembro para votar o documento. A partir daí, o compromisso dos delegados e de cada comunidade representada no Plano Plurianual de Macapá será o de fiscalizar e acompanhar as mudanças.

 

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