“Este primeiro-ministro é o maior exterminador de emprego que há no país”, acusou o sindicalista Arménio Carlos, diante da Assembleia da República, no discurso que concluiu a manifestação em Lisboa, em Portugal, no dia da greve geral que o líder da CGTP (Central Geral dos Trabalhadores Portugueses) considerou excepcional. “E em relação aos exterminadores só temos uma atitude: é pô-los fora o mais depressa possível”, prosseguiu, apelando ao presidente da República que demita o governo e convoque eleições antecipadas. Nesta quinta-feira (27) trabalhadores em todo o país aderiram à paralisação, convocada pelas duas centrais.
Arménio Carlos denunciou ainda que o governo prepara-se para agravar a austeridade com um novo pacote, com o pretexto de promover uma reforma do Estado. O dirigente da central deixou claro que novas medidas terão resposta dos trabalhadores, exaltando a greve geral em que foram protagonistas os trabalhadores sindicalizados, e também os não-sindicalizados, e os precários que se associaram à paralisação.
O secretário-geral da UGT (União Geral dos Trabalhadores), Carlos Silva, discursou diante do Ministério das Finanças, no Terreiro do Paço, em Lisboa, para dizer que a luta não termina hoje. “A greve geral cumpriu o seu objetivo, que foi dar um grito de insubmissão contra esta política de austeridade que os portugueses rejeitam”.
É tempo de “dizer que basta de submissão à troika”, a submissão que tem sido a prática do governo, disse o secretário-geral da UGT, afirmando que a greve teve muito forte adesão, principalmente no setor público, por razões que parecem óbvias.
Clique aqui para saber como foi a greve nas principais cidades de Portugal.
Arménio Carlos denunciou ainda que o governo prepara-se para agravar a austeridade com um novo pacote, com o pretexto de promover uma reforma do Estado. O dirigente da central deixou claro que novas medidas terão resposta dos trabalhadores, exaltando a greve geral em que foram protagonistas os trabalhadores sindicalizados, e também os não-sindicalizados, e os precários que se associaram à paralisação.
O secretário-geral da UGT (União Geral dos Trabalhadores), Carlos Silva, discursou diante do Ministério das Finanças, no Terreiro do Paço, em Lisboa, para dizer que a luta não termina hoje. “A greve geral cumpriu o seu objetivo, que foi dar um grito de insubmissão contra esta política de austeridade que os portugueses rejeitam”.
É tempo de “dizer que basta de submissão à troika”, a submissão que tem sido a prática do governo, disse o secretário-geral da UGT, afirmando que a greve teve muito forte adesão, principalmente no setor público, por razões que parecem óbvias.
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