Mineiros da estatal Codelco exigem melhorias nas condições de trabalho e mudanças na gestão e exploração do minério
Os trabalhadores da empresa estatal chilena Codelco, a maior produtora mundial de cobre, realizaram greve de 24 horas na última terça-feira (09). Cerca de 45 mil mineiros aderiram à paralisação em todo o Chile, segundo a Federação de Trabalhadores do Cobre. Eles exigem melhorias nas condições de trabalho e mudanças no modelo de gestão e exploração do minério.
Além dos trabalhadores estatais, participaram os mineiros de empresas privadas, que paralisaram por pelo menos uma hora a produção.
O sindicato anunciou ainda que a greve pode se repetir caso as reivindicações não sejam atendidas. A companhia estatal informou que houve perdas de aproximadamente 35 milhões de dólares com o dia de produção parado.
Os trabalhadores pedem uma “renacionalização” do cobre no Chile, para que os recursos gerados por sua extração sejam 100% destinados ao Estado.
O presidente da Federação de Trabalhadores, Raimundo Espinoza, declarou à agência EFE que “70 % do cobre é explorado por empresas privadas. Se tivéssemos 100 % do cobre (estatais), os estudantes não estariam nas ruas e haveria um sistema muito mais equitativo (no país)”.
As minas de cobre no Chile foram nacionalizadas em 1971, pelo ex-presidente socialista Salvador Allende. Já na ditadura militar de Augusto Pinochet (1973-1990) parte do sistema foi concedida à iniciativa privada.
Os trabalhadores da empresa estatal chilena Codelco, a maior produtora mundial de cobre, realizaram greve de 24 horas na última terça-feira (09). Cerca de 45 mil mineiros aderiram à paralisação em todo o Chile, segundo a Federação de Trabalhadores do Cobre. Eles exigem melhorias nas condições de trabalho e mudanças no modelo de gestão e exploração do minério.
Além dos trabalhadores estatais, participaram os mineiros de empresas privadas, que paralisaram por pelo menos uma hora a produção.
O sindicato anunciou ainda que a greve pode se repetir caso as reivindicações não sejam atendidas. A companhia estatal informou que houve perdas de aproximadamente 35 milhões de dólares com o dia de produção parado.
Os trabalhadores pedem uma “renacionalização” do cobre no Chile, para que os recursos gerados por sua extração sejam 100% destinados ao Estado.
O presidente da Federação de Trabalhadores, Raimundo Espinoza, declarou à agência EFE que “70 % do cobre é explorado por empresas privadas. Se tivéssemos 100 % do cobre (estatais), os estudantes não estariam nas ruas e haveria um sistema muito mais equitativo (no país)”.
As minas de cobre no Chile foram nacionalizadas em 1971, pelo ex-presidente socialista Salvador Allende. Já na ditadura militar de Augusto Pinochet (1973-1990) parte do sistema foi concedida à iniciativa privada.

