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Justiça acata ação do PSOL e homens trans são incluídos em lei de distribuição de absorventes em SP

O Tribunal de Justiça de São Paulo decidiu na última quarta-feira (11) acatar a ação do PSOL de São Paulo e determinar que a Prefeitura da cidade deve incluir homens trans na lei que institui o Programa de Distribuição de Absorventes Descartáveis e itens de higiene nas escolas municipais.

A lei foi sancionada em julho de 2021, com o objetivo de diminuir a evasão escolar durante o período menstrual. O texto fazia menção apenas às “alunas” e excluía pessoas classificadas como mulheres ao nascer, mas que se identificavam com outros gêneros.

A ação do PSOL foi uma iniciativa conjunta com a vereadora Erika Hilton. “Justiça de SP, provocada por ação formulada pelo meu mandato e assinada pelo PSOL, decide por unanimidade obrigar que a prefeitura inclua homens trans em política de distribuição de absorventes”, disse a vereadora nas redes sociais.

Estudo do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) revela que no Brasil, uma em cada quatro estudantes do ensino fundamental falta às aulas durante o período menstrual por não ter dinheiro para comprar absorventes.

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