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Marcha leva exigências a diferentes poderes do Estado guatemalteco

A marcha indígena, camponesa e popular chegou à capital da Guatemala no dia Waxaqib Batz. Se trata do início de uma nova fase no calendário lunar sagrado Cholq`ij. A mobilização demandou atenção aos conflitos agrários no país.

Ao poder Judiciário, os manifestantes exigiram a liberação de dezenas de líderes sociais que hoje se encontram presos. Ao Legislativo, pediram pelo cumprimento de um projeto de lei sobre a Reforma Agrária na Guatemala.

Além disso, reivindicaram a aprovação de iniciativas do Acordo de Paz sobre Identidade e Direitos dos Povos Indígenas. Entre elas, apontaram o projeto de Meios de Comunicação Comunitária impulsionado pela Associação Mundial de Rádios Comunitárias (Amarc – Guatemala).

A reunião dos manifestantes com o governo guatemalteco começou na tarde desta terça-feira (27). Eles agora esperam por uma posição oficial do presidente Otto Pérez Molina sobre casos como o dos dos camponeses de Polochic, desalojados de seus territórios tradicionais.

A marcha dos indígenas e camponeses, que lembrou atos de de violência ocorridos em 2011, durou nove dias. Eles percorreram mais de 200 quilômetros até a Cidade da Guatemala, capital do país. Os líderes sociais destacaram que a mobilização é apenas o início de um processo maior para mudar em nível nacional estruturas desiguais na Guatemala.

A marcha que cobrou soluções para diferentes conflitos agrários foi convocada pelo Comitê de Unidade Campesina (CUC), recebendo a solidariedade de sindicatos, movimentos de mulheres, organizações de Direitos Humanos, entre outras instituições guatemaltecas.

*Fonte: Pulsar

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