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Mônica Benício (PSOL) pede investigação de Carlos Bolsonaro por uso da Câmara do Rio na Abin paralela

A vereadora do PSOL Mônica Benício pediu a abertura de uma investigação para apurar se o vereador Carlos Bolsonaro utilizou a estrutura da Câmara Municipal do Rio de Janeiro para operar o esquema de espionagem ilegal da Agência Brasileira de Informações (Abin), a chamada Abin paralela.

A representação foi enviada ao Tribunal de Contas do Município (TCM) para apurar possíveis irregularidades cometidas contra o patrimônio público pelo filho do ex-presidente Jair Bolsonaro.

“Sabemos que nove computadores foram apreendidos no gabinete do vereador Carlos Bolsonaro aqui na Câmara Municipal do Rio durante as buscas da PF. Diante disso, existe a possibilidade de que a estrutura do gabinete, colocada à disposição dos vereadores, tenha sido utilizada no esquema de espionagem ilegal da ABIN e isso seria muito grave”, disse a parlamentar.

Caso seja confirmada a denúncia, ela pode configurar “a prática de ato doloso que importa em enriquecimento ilícito, nos termos da Lei de Improbidade Administrativa”, diz trecho do documento apresentado pela vereadora do PSOL carioca.

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