Partido reforça defesa do mandato do senador e exige imediato arquivamento de dossiê elaborado por setores conservadores
Rebatendo às falsas acusações sofridas pelo senador Randolfe Rodrigues, do PSOL do Amapá, a Executiva Nacional do partido divulga a nota abaixo em que rechaça a postura de setores conservadores do Estado que agem na tentativa de calar a voz de uma das principais lideranças, no Senado Federal, no combate à corrupção e contra os privilégios dos poderosos. A Executiva do partido lembra que a vitória de Clécio Luís, do PSOL, na prefeitura de Macapá representou o desalojamento do aparato estatal municipal de uma “verdadeira quadrilha, investigada pelo Polícia Federal, pelos Ministérios Públicos Estadual e Federal”. Conforme ressalta o PSOL, com essa mudança, o povo de Macapá assumiu de volta a Prefeitura do município, sendo, com isso, enterradas as chances do ex-presidente José Sarney (PMDB-AP) continuar usando o Amapá como um curral eleitoral.
“Utilizando grosseiras falsificações esta quadrilha requentou denúncias de 2000 e que foram arquivadas pelo MP do Amapá naquela oportunidade. Acusam nosso senador de ter recebido uma espécie de mensalinho do ex-governador e atual senador Capiberibe (PSB/AP) quando era deputado estadual. E ter assinado recibos desta propina. Algo absurdo e beirando o delírio”, afirma o texto da Executiva Nacional.
O PSOL critica a postura do atual presidente do Senado Federal, Renan Calheiros (PMDB-AL), por ter enviado a denúncia, em fevereiro deste ano, ao Procurador Geral da República. O mesmo, não vendo fundamentos, mandou arquivar e remeteu o caso para que os autores da denúncia fossem investigados por falsificação de documentos.
“Os interesses por trás desta ação são claros e devem ser combatidos. Os conservadores amapaenses não engolem o crescimento do PSOL e a possibilidade de nunca mais ocuparem o aparato estatal local. No Senado, Sarney usa o Conselho de Ética para desgastar nosso senador e tentar recuperar o espaço perdido no Amapá. O senador Renan, parceiro de Sarney, e um dos principais alvos das jornadas de junho, faz sua parte no jogo sujo quando dá guarida a denúncias, consideradas espúrias pelo MPF, com o intuito claro de tentar enfraquecer seu principal adversário no combate contra a sua permanência à frente do Senado Federal”, enfatiza a nota da Executiva Nacional do PSOL.
Confira abaixo a íntegra do documento.
Os conservadores não passarão
Em 2012 o PSOL conquistou a sua primeira prefeitura em uma capital. Nossa vitória representou o desalojamento do aparata estatal municipal de uma verdadeira quadrilha, investigada pelo Polícia Federal, pelos Ministérios Públicos Estadual e Federal. Além de devolver a prefeitura ao seu verdadeiro dono, o povo macapaense, o PSOL também enterrou as chances do ex-presidente José Sarney (PMDB/AP) continuar usando o Amapá como um curral eleitoral.
Mas, em que pese a derrota eleitoral, as forças conservadoras amapaenses não estão mortas. E agora desfecham uma sórdida campanha de difamação contra o senador Randolfe Rodrigues, líder de nosso partido no Senado e que em apenas dois anos de atuação se tornou uma das principais lideranças no combate a corrupção e contra os privilégios dos poderosos.
Utilizando grosseiras falsificações esta quadrilha requentou denúncias de 2000 e que foram arquivadas pelo MP do Amapá naquela oportunidade. Acusam nosso senador de ter recebido uma espécie de mensalinho do ex-governador e atual senador Capiberibe (PSB/AP) quando era deputado estadual. E ter assinado recibos desta propina. Algo absurdo e beirando o delírio.
O presidente do Senado, senhor Renan Calheiros (PMDB/AL), ao receber a denúncia em fevereiro deste ano, a encaminhou ao Procurador Geral da República, que não vendo fundamentos na mesma mandou arquivar e, mais do que isso, remeteu o caso para que os autores da denúncia fossem investigados por falsificação de documentos.
A quadrilha, que nunca apresentou os originais das falsificações, encomendou um laudo ao tristemente famoso legista Molina e reenviou (maio) ao Senado as mesmas denúncias. Desta feita a mesma foi parar nas mãos do presidente do Conselho de Ética, senador João Alberto (PMDB/MA), fiel escudeiro da família Sarney no Maranhão. Pelo regimento do Senado ele tinha cinco dias para arquivar ou abrir processo contra Randolfe, mas até o momento, passados setenta e oito dias, nada fez, mantendo o caso aberto e patrocinando contínuo ataque por intermédio dos veículos de comunicação controlados pelo grupo político aliado a quadrilha e a Sarney no Amapá.
Os interesses por trás desta ação são claros e devem ser combatidos. Os conservadores amapaenses não engolem o crescimento do PSOL e a possibilidade de nunca mais ocuparem o aparato estatal local. No Senado, Sarney usa o Conselho de Ética para desgastar nosso senador e tentar recuperar o espaço perdido no Amapá. O senador Renan, parceiro de Sarney, e um dos principais alvos das jornadas de junho, faz sua parte no jogo sujo quando dá guarida a denúncias, consideradas espúrias pelo MPF, com o intuito claro de tentar enfraquecer seu principal adversário no combate contra a sua permanência à frente do Senado Federal.
Recentemente o líder do PTB, senador Gim Argelo (PTB/DF) tentou intimidar nosso senador quando da votação de sua autoria que estabelecia ficha limpa para a contratação de cargos comissionados pelo Senado.
Com este conjunto de posturas o Senado Federal afunda ainda mais a sua credibilidade perante o povo brasileiro, mostrando o quanto é midiática a agenda positiva apresentada após as manifestações. As práticas antipopulares continuam em vigor e os ataques aos lutadores do povo continuam sendo a regra.
O Partido se une às manifestações da sociedade civil amapaense não somente em defesa do mandato do senador Randolfe e exige o imediato arquivamento do gracioso dossiê. E mais, reforçamos o pedido de suspeição do presidente do Conselho de Ética, representante do que tem de mais podre na política brasileira.
Brasília, 15 de agosto de 2013.
Executiva Nacional do PSOL
Rebatendo às falsas acusações sofridas pelo senador Randolfe Rodrigues, do PSOL do Amapá, a Executiva Nacional do partido divulga a nota abaixo em que rechaça a postura de setores conservadores do Estado que agem na tentativa de calar a voz de uma das principais lideranças, no Senado Federal, no combate à corrupção e contra os privilégios dos poderosos. A Executiva do partido lembra que a vitória de Clécio Luís, do PSOL, na prefeitura de Macapá representou o desalojamento do aparato estatal municipal de uma “verdadeira quadrilha, investigada pelo Polícia Federal, pelos Ministérios Públicos Estadual e Federal”. Conforme ressalta o PSOL, com essa mudança, o povo de Macapá assumiu de volta a Prefeitura do município, sendo, com isso, enterradas as chances do ex-presidente José Sarney (PMDB-AP) continuar usando o Amapá como um curral eleitoral.
“Utilizando grosseiras falsificações esta quadrilha requentou denúncias de 2000 e que foram arquivadas pelo MP do Amapá naquela oportunidade. Acusam nosso senador de ter recebido uma espécie de mensalinho do ex-governador e atual senador Capiberibe (PSB/AP) quando era deputado estadual. E ter assinado recibos desta propina. Algo absurdo e beirando o delírio”, afirma o texto da Executiva Nacional.
O PSOL critica a postura do atual presidente do Senado Federal, Renan Calheiros (PMDB-AL), por ter enviado a denúncia, em fevereiro deste ano, ao Procurador Geral da República. O mesmo, não vendo fundamentos, mandou arquivar e remeteu o caso para que os autores da denúncia fossem investigados por falsificação de documentos.
“Os interesses por trás desta ação são claros e devem ser combatidos. Os conservadores amapaenses não engolem o crescimento do PSOL e a possibilidade de nunca mais ocuparem o aparato estatal local. No Senado, Sarney usa o Conselho de Ética para desgastar nosso senador e tentar recuperar o espaço perdido no Amapá. O senador Renan, parceiro de Sarney, e um dos principais alvos das jornadas de junho, faz sua parte no jogo sujo quando dá guarida a denúncias, consideradas espúrias pelo MPF, com o intuito claro de tentar enfraquecer seu principal adversário no combate contra a sua permanência à frente do Senado Federal”, enfatiza a nota da Executiva Nacional do PSOL.
Confira abaixo a íntegra do documento.
Os conservadores não passarão
Em 2012 o PSOL conquistou a sua primeira prefeitura em uma capital. Nossa vitória representou o desalojamento do aparata estatal municipal de uma verdadeira quadrilha, investigada pelo Polícia Federal, pelos Ministérios Públicos Estadual e Federal. Além de devolver a prefeitura ao seu verdadeiro dono, o povo macapaense, o PSOL também enterrou as chances do ex-presidente José Sarney (PMDB/AP) continuar usando o Amapá como um curral eleitoral.
Mas, em que pese a derrota eleitoral, as forças conservadoras amapaenses não estão mortas. E agora desfecham uma sórdida campanha de difamação contra o senador Randolfe Rodrigues, líder de nosso partido no Senado e que em apenas dois anos de atuação se tornou uma das principais lideranças no combate a corrupção e contra os privilégios dos poderosos.
Utilizando grosseiras falsificações esta quadrilha requentou denúncias de 2000 e que foram arquivadas pelo MP do Amapá naquela oportunidade. Acusam nosso senador de ter recebido uma espécie de mensalinho do ex-governador e atual senador Capiberibe (PSB/AP) quando era deputado estadual. E ter assinado recibos desta propina. Algo absurdo e beirando o delírio.
O presidente do Senado, senhor Renan Calheiros (PMDB/AL), ao receber a denúncia em fevereiro deste ano, a encaminhou ao Procurador Geral da República, que não vendo fundamentos na mesma mandou arquivar e, mais do que isso, remeteu o caso para que os autores da denúncia fossem investigados por falsificação de documentos.
A quadrilha, que nunca apresentou os originais das falsificações, encomendou um laudo ao tristemente famoso legista Molina e reenviou (maio) ao Senado as mesmas denúncias. Desta feita a mesma foi parar nas mãos do presidente do Conselho de Ética, senador João Alberto (PMDB/MA), fiel escudeiro da família Sarney no Maranhão. Pelo regimento do Senado ele tinha cinco dias para arquivar ou abrir processo contra Randolfe, mas até o momento, passados setenta e oito dias, nada fez, mantendo o caso aberto e patrocinando contínuo ataque por intermédio dos veículos de comunicação controlados pelo grupo político aliado a quadrilha e a Sarney no Amapá.
Os interesses por trás desta ação são claros e devem ser combatidos. Os conservadores amapaenses não engolem o crescimento do PSOL e a possibilidade de nunca mais ocuparem o aparato estatal local. No Senado, Sarney usa o Conselho de Ética para desgastar nosso senador e tentar recuperar o espaço perdido no Amapá. O senador Renan, parceiro de Sarney, e um dos principais alvos das jornadas de junho, faz sua parte no jogo sujo quando dá guarida a denúncias, consideradas espúrias pelo MPF, com o intuito claro de tentar enfraquecer seu principal adversário no combate contra a sua permanência à frente do Senado Federal.
Recentemente o líder do PTB, senador Gim Argelo (PTB/DF) tentou intimidar nosso senador quando da votação de sua autoria que estabelecia ficha limpa para a contratação de cargos comissionados pelo Senado.
Com este conjunto de posturas o Senado Federal afunda ainda mais a sua credibilidade perante o povo brasileiro, mostrando o quanto é midiática a agenda positiva apresentada após as manifestações. As práticas antipopulares continuam em vigor e os ataques aos lutadores do povo continuam sendo a regra.
O Partido se une às manifestações da sociedade civil amapaense não somente em defesa do mandato do senador Randolfe e exige o imediato arquivamento do gracioso dossiê. E mais, reforçamos o pedido de suspeição do presidente do Conselho de Ética, representante do que tem de mais podre na política brasileira.
Brasília, 15 de agosto de 2013.
Executiva Nacional do PSOL

