Leonor Costa, do site do PSOL Nacional
A tarde desta quinta-feira (13), na Central do Brasil, no centro do Rio de Janeiro, será o momento de lembrar um fato que há 50 anos deixou sua marca na história do país: o comício realizado no mesmo local, em 13 de março de 1964, em que o então presidente da República João Goulart anunciou uma série de reformas de base para o Brasil e que desencadeou a investida dos militares, com o apoio da burguesia industrial, ao golpe de Estado, efetivado no dia 31 de março do mesmo ano. Agora em 2014, 50 anos depois, o país lembra o período mais sofrido para milhares de militantes políticos daquele tenebroso ano de 64, com uma série de atividades políticas e culturais promovidas em todo o país pelas mais variadas organizações, que marcam o cinquentenário do golpe militar.
E é com o tema “50 anos do Comício da Central: Lembrar é resistir” que partidos de esquerda, entre os quais o PSOL, centrais sindicais, diretórios e centros acadêmicos, entidades estudantis, movimentos sociais de moradia, OAB e outras organizações políticas promovem às 17h desta quinta-feira (13) um ato na região da Central do Brasil, com concentração às 15h. O pré-candidato do PSOL a presidente da República, senador Randolfe Rodrigues, acompanhado da pré-candidata a vice-presidente Luciana Genro, marcará presença na manifestação.
No mesmo dia, Randolfe, que foi autor do requerimento no Senado Federal que devolveu, simbolicamente, o mandato a João Goulart, deposto, no dia 1º de abril de 1964, pelo golpe dos militantes que dava início a 21 anos de ditadura militar no Brasil, participará, ainda, no auditório da UERJ do seminário “50 anos do Comício da Central: o Brasil que perdemos com o golpe militar”, promovido pela Comissão da Verdade do Rio de Janeiro. Às 10h, o pré-candidato do PSOL estará na mesa “O porquê do golpe”, juntamente com o vereador Waldir Pires, que era Consultor-Geral da República em 64. Já às 19h, Randolfe participa do debate “Reforma Política”, com Wadih Damous, presidente da Comissão da Verdade do Rio, Aldo Arantes, ex-presidente da UNE no período de 61-62, e Kleybson Ferreira, da Consulta Popular.
A tarde desta quinta-feira (13), na Central do Brasil, no centro do Rio de Janeiro, será o momento de lembrar um fato que há 50 anos deixou sua marca na história do país: o comício realizado no mesmo local, em 13 de março de 1964, em que o então presidente da República João Goulart anunciou uma série de reformas de base para o Brasil e que desencadeou a investida dos militares, com o apoio da burguesia industrial, ao golpe de Estado, efetivado no dia 31 de março do mesmo ano. Agora em 2014, 50 anos depois, o país lembra o período mais sofrido para milhares de militantes políticos daquele tenebroso ano de 64, com uma série de atividades políticas e culturais promovidas em todo o país pelas mais variadas organizações, que marcam o cinquentenário do golpe militar.
E é com o tema “50 anos do Comício da Central: Lembrar é resistir” que partidos de esquerda, entre os quais o PSOL, centrais sindicais, diretórios e centros acadêmicos, entidades estudantis, movimentos sociais de moradia, OAB e outras organizações políticas promovem às 17h desta quinta-feira (13) um ato na região da Central do Brasil, com concentração às 15h. O pré-candidato do PSOL a presidente da República, senador Randolfe Rodrigues, acompanhado da pré-candidata a vice-presidente Luciana Genro, marcará presença na manifestação.
No mesmo dia, Randolfe, que foi autor do requerimento no Senado Federal que devolveu, simbolicamente, o mandato a João Goulart, deposto, no dia 1º de abril de 1964, pelo golpe dos militantes que dava início a 21 anos de ditadura militar no Brasil, participará, ainda, no auditório da UERJ do seminário “50 anos do Comício da Central: o Brasil que perdemos com o golpe militar”, promovido pela Comissão da Verdade do Rio de Janeiro. Às 10h, o pré-candidato do PSOL estará na mesa “O porquê do golpe”, juntamente com o vereador Waldir Pires, que era Consultor-Geral da República em 64. Já às 19h, Randolfe participa do debate “Reforma Política”, com Wadih Damous, presidente da Comissão da Verdade do Rio, Aldo Arantes, ex-presidente da UNE no período de 61-62, e Kleybson Ferreira, da Consulta Popular.
Outras atividades políticas serão realizadas ao longo do dia. Acompanhe a agenda na página da Comissão da Verdade do Rio de Janeiro: http://migre.me/iile7.

