Parte das propostas feitas pelo deputado Chico Alencar (RJ), do PSOL, para uso da cota parlamentar devem ser implementadas pela Câmara dos Deputados. As novas regras, que ainda serão oficializadas pela presidência da Casa, envolvem, principalmente, gastos com aluguel de veículos.
Chico Alencar propôs, em documento protocolado no dia 27 de agosto, medidas urgentes para uso da verba parlamentar, entre elas o limite de gasto com aluguel de veículos; criação de cadastro das locadoras de veículos e estímulo à concorrência entre as empresas; proibição do uso da cota para locação de veículos de luxo e apuração detalhada da utilização da cota parlamentar.
Ontem (10), o presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves, disse que a mesa diretora avalia as sugestões e também deve incluir outras novas normas.
Nos últimos dias, a imprensa divulgou que a cota parlamentar está sendo usada indiscriminadamente. Entre as denúncias, empresas de locação que lucraram mais R$ 500 mil em um ano, deputados que utilizaram R$ 15 mil somente com aluguel de carros e parlamentares que, na verdade, compravam veículos, o que é proibido.
“A gente tem que fazer nesse caso o elementar: transparência e rigor na utilização da cota parlamentar, que é dinheiro público”, afirma Chico Alencar, ao comentar a proposta.
Chico Alencar propôs, em documento protocolado no dia 27 de agosto, medidas urgentes para uso da verba parlamentar, entre elas o limite de gasto com aluguel de veículos; criação de cadastro das locadoras de veículos e estímulo à concorrência entre as empresas; proibição do uso da cota para locação de veículos de luxo e apuração detalhada da utilização da cota parlamentar.
Ontem (10), o presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves, disse que a mesa diretora avalia as sugestões e também deve incluir outras novas normas.
Nos últimos dias, a imprensa divulgou que a cota parlamentar está sendo usada indiscriminadamente. Entre as denúncias, empresas de locação que lucraram mais R$ 500 mil em um ano, deputados que utilizaram R$ 15 mil somente com aluguel de carros e parlamentares que, na verdade, compravam veículos, o que é proibido.
“A gente tem que fazer nesse caso o elementar: transparência e rigor na utilização da cota parlamentar, que é dinheiro público”, afirma Chico Alencar, ao comentar a proposta.

