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PSOL apoia a luta salarial dos servidores públicos federais

Seminário debateu hoje a dívida pública, que leva 40% do orçamento e impede investimentos sociais e melhoria salarial

Está nas ruas a Campanha Salarial dos Servidores Públicos Federais. Centenas de servidores públicos federais de diversas partes do país estão em Brasília e fizeram ontem, dia 5, manifestação na frente do Ministério do Planejamento, em Brasília. A pauta expõe a realidade enfrentada pelos servidores, como a falta de valorização do serviço público, a precarização das condições de trabalho, as perdas salariais e de direitos, o não cumprimento de acordos feitos pelo governo em negociações anteriores, entre outras questões.

A luta do servidor público não é luta apenas da dignidade financeira e valorização do servidor é essencial ao povo brasileiro, que tem no serviço público sua única defesa num Brasil cada vez mais privatizado, terceirizado e apequenado. A luta dos servidores é altamente cidadã e patriótica”, afirmou o deputado Chico Alencar.

Auditoria Cidadã da Dívida
Nesta quinta-feira (06), na Câmara dos Deputados, foi realizado o Seminário Auditoria Cidadã da Dívida, evento que faz parte da Campanha Nacional. “O que o Brasil precisa é de uma plataforma política, na qual a primeira palavra de ordem seja auditoria da dívida, para aí sim discutir inflação, juros, mercado, distribuição de renda e serviços sociais de qualidade”, afirmou o líder do PSOL, deputado Ivan Valente.

Autor da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Dívida Pública, que resultou em um documento com mais de mil páginas entregue ao Ministério Público, Ivan Valente diz que o que ainda prevalece no governo federal é a lógica do mercado com um tripé econômico que privilegia o pagamento da dívida pública. Os juros e amortizações da dívida consumiram, no ano passado, 40,30% do orçamento federal, enquanto a saúde recebeu apenas 4,29%, a educação, 3,70%, o transporte, 0,59% e a segurança, 0,40%.

O que o Brasil precisa é de uma plataforma política, na qual a primeira palavra de ordem seja auditoria da dívida, para aí sim discutir inflação, juros, mercado, distribuição de renda e serviços sociais de qualidade”, afirmou Ivan Valente”.

O deputado criticou a mensagem presidencial apresentada na abertura dos trabalhos no Congresso Nacional, na última segunda-feira, que reafirma a política econômica e “pede” aos parlamentares não aprovarem propostas que possam onerar a máquina pública. Nestas propostas, chamadas de “pauta-bomba” pelo governo federal, estão os reajustes salariais, como o dos agentes comunitários de saúde.

Mas, agora, a luta popular está destravada. A população foi às ruas no ano passado, provou e percebeu isto: que pode provocar mudanças”, destaca Ivan Valente. “A ordem do dia são as 40 horas semanais para o trabalhador, é o fim do fator previdenciário, é a anulação da reforma da previdência, é a promoção de transporte público de qualidade, da educação pública, gratuita e de qualidade e fortalecimento do SUS”.

 

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