O líder do PSOL, deputado Ivan Valente, criticou a restrição do acesso de visitantes às dependências da Câmara dos Deputados. A decisão foi tomada ontem (10), pela mesa diretora da Casa. “Sem dúvida erraram na dose”, avalia Ivan Valente.
A restrição, oficialmente, é por questões de segurança. Mas, neste ano, o plenário principal foi ocupado duas vezes, uma por indígenas – que lutam contra propostas que restringem os direitos dos povos e mudam regras da demarcação de terras – e outra por bombeiros e policiais militares – que querem aprovação da PEC 300, que equipara salários da categoria. Além disso, a Câmara, a Casa do Povo, sempre recebe grupos, como agentes comunitários de saúde, trabalhadores, servidores públicos, aposentados, professores, entre outros, que reivindicam projetos de seu interesse.
De acordo com presidência da Casa, a Câmara não tem sequer alvará dos bombeiros e o auto de vistoria (documento similar ao Habite-se, usada para prédios residenciais). Pelas novas regras, o limite diário será de 1.770 pessoas. Em dias de votação, o movimento na Câmara, nos quatro anexos, chega a 10 mil pessoas. A decisão da mesa também proíbe a entrada com objetos como banners, cartazes e faixas.
“Impedir a livre manifestação e expressão é muito mais grave pra democracia do que qualquer pequeno atrito que tenhamos aqui”, afirma o deputado Ivan Valente.
A restrição, oficialmente, é por questões de segurança. Mas, neste ano, o plenário principal foi ocupado duas vezes, uma por indígenas – que lutam contra propostas que restringem os direitos dos povos e mudam regras da demarcação de terras – e outra por bombeiros e policiais militares – que querem aprovação da PEC 300, que equipara salários da categoria. Além disso, a Câmara, a Casa do Povo, sempre recebe grupos, como agentes comunitários de saúde, trabalhadores, servidores públicos, aposentados, professores, entre outros, que reivindicam projetos de seu interesse.
De acordo com presidência da Casa, a Câmara não tem sequer alvará dos bombeiros e o auto de vistoria (documento similar ao Habite-se, usada para prédios residenciais). Pelas novas regras, o limite diário será de 1.770 pessoas. Em dias de votação, o movimento na Câmara, nos quatro anexos, chega a 10 mil pessoas. A decisão da mesa também proíbe a entrada com objetos como banners, cartazes e faixas.
“Impedir a livre manifestação e expressão é muito mais grave pra democracia do que qualquer pequeno atrito que tenhamos aqui”, afirma o deputado Ivan Valente.

