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PSOL pede que governo decrete Estado de Calamidade e envie Força Nacional ao Pantanal

Na tentativa de salvar o que resta dos mais de 250 mil km quadrados de extensão do Pantanal, o PSOL está pressionando o governo federal para que seja decretado Estado de Calamidade e solicitou a abertura de crédito extraordinário do Poder Executivo no valor de R$ 1,1 bilhão em favor do Ibama e do ICMBio para o controle, combate e prevenção aos incêndios florestais no país, especialmente no Pantanal. Solicita também o envio da Força Nacional para auxiliar nesta empreitada.

“A região do Pantanal já perdeu cerca de 20% de sua área. O governo vem desmontando os órgãos ambientais e o ministro Ricardo Salles e o presidente Jair Bolsonaro precisam ser criminalizado por isso. Quem está apagando fogo é a comunidade local, indígenas, pesquisadores. O Estado de calamidade precisa ser decretado imediatamente para que não se poupe nenhum esforço de uso de recurso e envio de pessoal para resolver o problema”, afirma Sâmia Bomfim, líder da bancada.

O avião presidencial teve de arremeter nesta sexta-feira (18), em Sinop, no Mato Grosso, por conta da falta de visibilidade causada pela fumaça das queimadas que ocorrem no Pantanal nos últimos dias. Mesmo diante dos fatos, Bolsonaro disse que há alguns focos de incêndio pelo Brasil e que isso ocorre todos os anos.

A partir do último sábado (19), uma comissão de parlamentares viaja ao Pantanal para verificar de perto a gravidade da situação. O PSOL protocolou um requerimento de convocação do ministro Ricardo Salles. E no dia 25 de setembro, próxima sexta-feira, acontecerá o Ato Global pelo Clima, que integra calendário internacional. Em São Paulo, por exemplo, o ato será às 18h30, com concentração em frente a sede do Ibama a partir das 17h.

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