A deputada Fernanda Melchionna está essa semana na Bolívia representando o PSOL e a Câmara dos Deputados em missão oficial do Parlamento do Mercosul (Parlasul). Existe uma escalada de violência e autoritarismo em curso no país andino, que passou por um golpe de Estado no último dia 10 de novembro.
O então presidente Evo Morales decidiu renunciar após ameaças das Forças Armadas e milícias de extrema-direita, e se exilou no México. Só nos primeiros 10 dias, o país teve ao menos 26 mortos e mais de mil feridos nas manifestações em defesa da democracia e contra o golpe civil-militar em curso.
Embarco hoje para Bolívia em missão oficial pelo Parlasul. A escalada de violência cresce no país após o golpe de Estado. É fundamental solidariedade ao povo boliviano e o apoio às mobilizações no continente contra neoliberalismo, autoritarismo e os ataques da extrema-direita! pic.twitter.com/kZrZ7DOwRs
— Fernanda Melchionna (@fernandapsol) November 26, 2019
Para Melchionna, é fundamental a solidariedade ativa do PSOL ao povo boliviano e de outros países latinoamericanos, como Chile, Colômbia e Equador. “Não é à toa que o governo Bolsonaro volta a ameaçar com AI-5 a sociedade brasileira. Eles temem que os protestos contestatórios do Chile, Bolívia, Colômbia cheguem ao Brasil”, disse a deputada do PSOL.
Participei da reunião, junto a demais membros da Comissão de Direitos Humanos do @PARLASUR com representantes, entre senadores e deputados, do partido Movimiento al Socialismo @MAS_IPSP_ , que relataram graves ataques da direita em curso contra movimentos sociais e parlamentares. pic.twitter.com/orKimfCKfk
— Fernanda Melchionna (@fernandapsol) November 27, 2019

