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Relembre algumas das ações do PSOL contra os crimes da família Bolsonaro

O ano de 2020 ficou marcado, entre outras coisas, pelos mandos e desmandos da família Bolsonaro no poder. E o PSOL esteve na linha de frente do combate a todos eles. Durante o ano, houve pedidos de cassação dos mandatos de Flávio e Eduardo Bolsonaro, além do maior pedido de impeachment apresentado na Câmara dos Deputados contra o presidente Jair Bolsonaro. Neste final de ano teve ação até contra o filho 04, Jair Renan Bolsonaro, após ele ter recebido favores às custas de dinheiro público empregado por seu pai.

Relembre as ações contra cada integrante da “família presidencial”:

Jair Bolsonaro, o pai e presidente – Entre as tantas ações do PSOL contra o presidente Jair Bolsonaro, a que mais se destaca deste 2020 foi o impeachment popular protocolado na Câmara em maio, ao lado de mais de 400 movimentos sociais, entidades e organizações da sociedade civil, além de PT, PCB, PCdoB, PSTU, PCO e UP. Vários juristas renomados, como Celso Antônio Bandeira de Mello, Silvio de Almeida, Caroline Proner e Pedro Serrano também assinam o pedido.

A lista de crimes e ilegalidades cometidas por Jair Bolsonaro e que são usadas no pedido de impeachment popular é extensa. Entre os crimes estão a convocação e comparecimento nos atos contra a democracia e pelo fechamento do Congresso e do STF, a interferência nas investigações da Polícia Federal no Rio de Janeiro, a falsificação da assinatura de Sérgio Moro na exoneração de Maurício Valeixo do comando da PF, entre tantas outras.

Flávio Bolsonaro, o filho 01 e Senador da República – Desde fevereiro está parado no Conselho de Ética do Senado Federal o pedido de cassação do mandato do senador Flávio Bolsonaro, apresentado pelo PSOL, ao lado da Rede Sustentabilidade e do PT. Ele é acusado de peculato, lavagem de dinheiro, corrupção e associação criminosa.

Entre os fatos que sustentam a ação estão as denúncias de “rachadinha” no gabinete do então deputado estadual do Rio de Janeiro, em esquema organizado pelo polêmico Fabrício Queiroz, que chegou a depositar R$ 24 mil em dinheiro vivo na conta da primeira-dama Michelle Bolsonaro. A relação com o ex-militar Adriano da Nóbrega, assassinado no começo do ano, também embasa a representação que demonstra a impossibilidade de Flávio seguir no Senado Federal.

Eduardo Bolsonaro, o filho 03 e deputado federal – Em maio, o PSOL se uniu a outros cinco partidos – Rede, PT, PDT, PCdoB, e PSB – para pedir a cassação do mandato de deputado federal de Eduardo Bolsonaro, após declarações que ameaçavam a democracia e incitavam ódio a ministros do STF. Outro pedido de cassação semelhante foi apresentado anteriormente após o deputado ter dito que o Brasil “precisava de um novo AI-5”.

Investigações do STF apontam que Jair Bolsonaro tenta obstruir as investigações relacionadas ao “Gabinete do Ódio”, que funcionaria nas dependências do Palácio do Planalto e seria chefiado por seus filhos e aliados políticos. Eduardo Bolsonaro criticou os inquéritos em curso no Supremo e afirmou que é necessário punir o ministro Alexandre de Moraes.

Michelle Bolsonaro, a primeira-dama – O PSOL também entrou com o pedido de criação de uma CPI para investigar as transferências feitas por Fabrício Queiroz à primeira-dama Michelle Bolsonaro. A quebra do sigilo bancário de Queiroz, que foi assessor do senador Flávio Bolsonaro na época em que ele era deputado estadual no RJ, mostrou que a primeira-dama recebeu R$ 72 mil em 21 cheques diferentes em sua conta, depositados entre 2011 e 2018.

Jair Renan Bolsonaro, o jovem filho 04 – O PSOL também enviou uma denúncia à Procuradoria Federal contra Jair Renan Bolsonaro, o filho 04, pelos crimes de tráfico de influência e lavagem de dinheiro. A cobertura com fotos e vídeos da festa de inauguração de uma empresa de Jair Renan Bolsonaro foi realizada gratuitamente pela produtora Astronautas Filmes, que somente neste ano recebeu ao menos R$ 1,4 milhão do governo do pai Jair Bolsonaro.

O filho do presidente, que é um “gamer”, também intermediou junto ao governo uma redução no IPI do setor em que atua, cujo impacto estimado é de mais de R$ 80 milhões em três anos. Renan também levou um empresário do Espírito Santo para uma reunião com o ministério do Desenvolvimento Regional, intermediado por um assessor do Planalto.

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