A crise ambiental avança no mundo todo, aprofundando desigualdades e ameaçando ecossistemas. No Brasil, partidos de esquerda, movimentos sociais e povos indígenas desempenham um papel fundamental no enfrentamento desse cenário, com a Amazônia no centro do debate.
A COP 30, que será sediada em Belém (PA) em novembro desse ano, representa uma oportunidade histórica para o fortalecimento da luta socioambiental e a reafirmação do compromisso do PSOL com uma transição ecológica justa e popular.
Recentemente, a capital paraense foi palco da vitória dos povos indígenas ao revogar a Lei 10.820 por meio de ocupações e greves. A atuação organizada de indígenas e profissionais da educação reafirma a efetividade de levar as bases para as ruas no processo de reivindicação de direitos. A COP 30 precisa reforçar essa prática, garantindo que biomas não sejam tratados como mercadoria e que os povos desses territórios sejam protagonistas dessas lutas.
O PSOL tem sido uma das principais forças políticas na defesa do meio ambiente e dos direitos dos povos originários, combatendo o desmatamento e a exploração predatória. Para garantir que a COP 30 não se torne apenas um evento simbólico, o partido atuará estrategicamente para ampliar a participação da sociedade civil e impedir que interesses corporativos dominem o debate climático.
Leia na íntegra a resolução sobre a atuação do PSOL na COP 30 aprovada pelo Diretório Nacional clicando aqui.

