*Informações da Carta Campinas
Mesmo que a Justiça paulista já tenha negado duas vezes o projeto, lançado pelo governo Alckmin (PSDB) em 2015, de fechamento de quase uma centena de escolas em São Paulo e transferência de cerca de 300 mil estudantes, batizado de “reorganização escolar”, o governador vem implementando a ideia à revelia das decisões.
De acordo com o Sindicato dos Professores do Ensino Oficial de São Paulo (Apeoesp) , circulam informações sobre fechamento de turmas no ensino fundamental, transferindo as matrículas para escolas municipais próximas.
Em entrevista à Carta Campinas, a presidente do sindicato, Maria Izabel Noronha, cita a Escola Estadual Maria de Fátima Gomes Alves, na cidade de Clementina, em que há demanda para abertura de turma do 1º ano do Ensino Médio noturno, mas não foi aberta classe neste ano.
Em 2015, estudantes secundaristas e movimentos sociais construíram um grande movimento de ocupação de escolas, chegando a mais de 200 unidades ocupadas. Após o movimento, a Justiça obrigou o governo a recuar da proposta.
Leia todas as informações na Carta Campinas: Proibido pela Justiça, Alckmin faz ‘reorganização disfarçada’ e nomeia juiz na Educação

