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Aterros em Angra dos Reis estão em estado de calamidade pública, afirma Janira

Uma Comissão Especial da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) esteve representada na segunda-feira (13) em Angra dos Reis, cumprindo uma programação destinada a acompanhar a desativação de lixões e aterros sanitários existentes em todo o estado. Tendo à frente a deputada Janira Rocha (PSOL), autora do requerimento que criou a Comissão, a representação parlamentar esteve no lixão (desativado) do bairro Ariró, localizado à margem da rodovia BR-101 (Rio-Santos), que tem sido motivo de um longo e exaustivo bate-boca entre vereadores da situação e da oposição na Câmara Municipal.
 
A representante da Alerj fez uma análise de toda a área do antigo lixão, constatando que, apesar das providências que estão sendo adotadas pela prefeitura, ainda existe lixo hospitalar e vazamento de chorume. “Tanto o aterro municipal quanto o aterro da Locanty, que hoje funciona de forma irregular, por não ter tido sua licença aprovada pelo Inea, estão em estado de calamidade pública”, constatou a deputada Janira Rocha, no que diz respeito ao vazamento de chorume no Rio Vermelho, afluente do Rio Ariró, e ao armazenamento de lixo hospitalar a céu aberto.  
 
A  deputada  do PSOL declarou que vai entrar em contato com o Instituto Estadual do Ambiente (Inea) e com a Polícia Federal, para que o lixão da Locanty, que hoje recebe o lixo de Paraty, seja fechado o quanto antes. A Locanty não recolhe mais o lixo de Angra dos Reis, mas continua utilizando esse terreno para ali depositar o lixo de Paraty. 
 
Ficou decidido após a visita que será realizada uma audiência pública com representações de Angra dos Reis e Paraty, para debater o problema do lixo nos dois municípios vizinhos. A data dessa audiência não foi marcada.
 

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