Na manhã desta terça (05), os vereadores do PSOL de Porto Alegre, Pedro Ruas e Fernanda Melchionna, entregaram ao promotor Alexandre Saltz, da Promotoria de Justiça de Defesa do Meio Ambiente, um pedido de apuração sobre a legalidade do asfaltamento do Parque da Redenção no entorno do Auditório Araújo Vianna, em Porto Alegre.
Os vereadores pedem investigação com relação a potenciais danos ambientais e prejuízos estéticos e paisagísticos ao parque e apontam para a necessidade de esclarecimentos sobre a obra, já que o parque, tombado em 1997, integra o patrimônio histórico e ambiental do município.
O promotor recebeu o documento e antecipou que o primeiro passo da Promotoria será verificar com a Secretaria Municipal do Meio Ambiente (Smam) se o asfaltamento foi autorizado e, em caso afirmativo, no que foi baseada a decisão.
Ruas e Fernanda afirmam que a licença das empresas não inclui a possibilidade de asfaltar qualquer área do parque. Fernanda ainda qualificou como “estranha” a justificativa da Smam para a obra, que seria uma contrapartida da Opus Produções à concessão do Araújo Vianna. “Como pode ser uma contrapartida se quem está realizando o asfaltamento é a Secretaria Municipal de Obras e Viação?”, questionou.
Usuários do parque mobilizados
O professor Luiz Miranda, integrante do Conselho de Usuários do Parque da Redenção, também esteve presente na entrega do documento, representando a entidade. Para ele, o asfalto “não se coaduna com o ambiente natural”. O grupo tem denunciado o asfaltamento pelas redes sociais e mobiliza-se contrariamente.
Os vereadores pedem investigação com relação a potenciais danos ambientais e prejuízos estéticos e paisagísticos ao parque e apontam para a necessidade de esclarecimentos sobre a obra, já que o parque, tombado em 1997, integra o patrimônio histórico e ambiental do município.
O promotor recebeu o documento e antecipou que o primeiro passo da Promotoria será verificar com a Secretaria Municipal do Meio Ambiente (Smam) se o asfaltamento foi autorizado e, em caso afirmativo, no que foi baseada a decisão.
Ruas e Fernanda afirmam que a licença das empresas não inclui a possibilidade de asfaltar qualquer área do parque. Fernanda ainda qualificou como “estranha” a justificativa da Smam para a obra, que seria uma contrapartida da Opus Produções à concessão do Araújo Vianna. “Como pode ser uma contrapartida se quem está realizando o asfaltamento é a Secretaria Municipal de Obras e Viação?”, questionou.
Usuários do parque mobilizados
O professor Luiz Miranda, integrante do Conselho de Usuários do Parque da Redenção, também esteve presente na entrega do documento, representando a entidade. Para ele, o asfalto “não se coaduna com o ambiente natural”. O grupo tem denunciado o asfaltamento pelas redes sociais e mobiliza-se contrariamente.

