Segundo matéria publicada na coluna Política Paulistana, do Estadão, a atividade do vereador do PSOL “irritou os petistas e outros governistas que esperavam ver a proposta passar sem o registro dos nomes dos parlamentares”. Ainda de acordo com o texto, alguns vereadores cercaram Toninho Vespoli para pedir que ele votasse contra a homenagem, mas que retirasse o pedido de votação nominal.
Alguns ainda falaram em tom ameaçador, insinuando que Vespoli não conseguiria aprovar mais nenhum projeto na Câmara Municipal. Até o presidente José Américo (PT) teria reforçado o pedido, o que foi respondido enfaticamente pelo psolista com um sonoro “Não retiro”.
Após o encaminhamento nominal, já no início da noite, a homenagem ficou pendente de votação ao ter apenas 21 votos favoráveis e 11 contrários. Para ser aprovada, a concessão da “Salva de Prata” necessitava de 37 votos favoráveis dos 55 vereadores.

