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Em Conferência da Amazônia, PSOL reforça compromisso com a vida e o combate às mudanças climáticas

Depois de três dias de trabalhos e discussões com a Amazônia no centro de debate, o PSOL produziu o documento “Amazonizar a política, cultivar a vida e combater as mudanças climáticas”.

Na síntese das propostas, foram apresentadas ações para o estabelecimento de um programa amazônico que combata o racismo ambiental, que trabalhe a garantia da existência humana no embate contra as mudanças climáticas e que os povos tenham seus direitos territoriais e humanos atendidos, como sujeitos coletivos que buscam justiça socioambiental.

Leia o documento aprovado pela Conferência da Amazônia do PSOL clicando aqui.

Isso se soma ao resgate da ancestralidade dos povos e territórios tradicionais, à valorização da diversidade e ao pensar os diferentes papéis dos sujeitos, em suas diferentes maneiras de ser e estar no mundo, como sujeitos individuais e coletivos. Deste modo, o PSOL deve ter como centro a busca de alternativas socioeconômicas concretas para combater a fome, a desigualdade social, a violência urbana, a concentração de renda e riqueza.

A luta por justiça socioambiental sem ilusões com as alternativas pautadas pelo sistema capitalista se dá na institucionalidade e nas ruas, juntos aos movimentos sociais. A transição necessária para o enfrentamento da soma de todas as crises – ecológica, sanitária, econômica e civilizatória – é baseada em alternativas sistêmicas; na luta pela eliminação dos sistemas de opressão de classe, gênero, raça e sexualidade que sustentam o capitalismo e pelo fim da naturalização da transformação de seres vivos e da natureza em mercadorias.

Portanto, o PSOL luta pela demarcação e defesa dos territórios, por reforma agrária, soberania alimentar, promoção e defesa dos direitos dos povos indígenas, comunidades quilombolas e povos tradicionais, e pela vida dos defensores e defensoras dos territórios amazônicos e seus povos. Do mesmo modo, o partido também se compromete com a luta por um novo modelo amazônico de cidades, que garanta o bem viver das populações.

Como afirmam as lideranças indígenas do partido, “o futuro é ancestral”. A luta, portanto,  é pela adoção de mecanismos de reparação aos países mais pobres, que foram e são submetidos a saques e destruição historicamente, e que garanta os direitos dos povos, a soberania popular sobre os territórios, e a transição agroecológica.

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