Começou, oficialmente, nesta terça-feira (16) a campanha para as eleições municipais de 2 de outubro, em todo o país. O PSOL, que tem se firmado cada vez mais como uma alternativa programática de esquerda, entra nessa disputa com o objetivo de apresentar propostas para transformar as cidades como um espaço verdadeiramente das pessoas, com mais democracia, participação popular, direitos, liberdade e respeito com as crianças, jovens, mulheres, negros, negras, LGBTs e indígenas.
Em 25 capitais brasileiras o PSOL terá candidatura própria. Dessas, merecem destaque aquelas em que o PSOL está entre os primeiros colocados nas pesquisas de intenção de votos. São elas: Porto Alegre, com Luciana Genro; Belém, com Edmilson Rodrigues; Cuiabá, com Procurador Mauro; Rio de Janeiro, com Marcelo Freixo; e São Paulo, com Luiza Erundina.
Importante mencionar, ainda, outras capitais onde as candidaturas do PSOL têm boa inserção junto à população. No Nordeste, destaque para Fortaleza, com João Alfredo; Salvador, com Fábio Nogueira; Recife, com Edilson Silva; e Natal, com Robério Paulino. Na região Sul, outra capital em que o PSOL entra na disputa com um bom desempenho é Florianópolis, com Elson Pereira.
Fora das capitais, o PSOL também aparece como uma alternativa viável em pelo menos quatro cidades de peso: Nova Friburgo, região serrana do Rio de Janeiro, com Glauber Braga; Niterói, região metropolitana do estado fluminense, representado por Flávio Serafini; Sorocaba, no interior paulista, com o candidato Raul Marcelo; e Santarém, oeste paraense, com Márcio Pinto.
Entre cidades pequenas, importante destacar o enraizamento do PSOL em locais como Itaocara-RJ, onde o atual prefeito Gelsimar Gonzaga disputará a reeleição, com fortes chances de ganhar; e Janduís, no Rio Grande do Norte, com José Bezerra encabeçando a chapa e liderando as pesquisas.
Na avaliação do presidente nacional do PSOL, Luiz Araújo, o partido começa a se tornar um polo aglutinador do sentimento de mudança existente na sociedade brasileira. “Por isso, a prioridade do partido é dialogar com todos os setores que estão lutando contra o golpe institucional e a tentativa de retirada de direitos promovida por Michel Temer. Ao mesmo tempo, se apresenta como a possibilidade de reconstrução das chances da esquerda governar, sem cair nos vícios do último período”.
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