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Moção da Negritude do PSOL contra o genocídio do povo palestino promovido por Israel

Considerando a gravidade da situação no território palestino, onde este enfrenta um genocídio promovido por Israel, com bombardeios, ocupação militar e violações sistemáticas de direitos humanos, com o apoio dos Estados Unidos;

Considerando que os Estados Unidos foram o único país a ser contrário na ONU ao reconhecimento da Palestina como Estado-membro;

Considerando que na faixa de Gaza foram encontrados mais de 300 corpos de mulheres e idosos enterrados, dentro e no entorno dos hospitais, em valas comuns pelo Exército israelense nos últimos dias;

Considerando o histórico de apoio de Israel e dos Estados Unidos ao regime do Apartheid na África do Sul, com colaboração militar e financeira, que oprimiu o povo negro sul-africano e manteve Nelson Mandela encarcerado por décadas;

Considerando que estima-se que 35 mil palestinos foram mortos desde que o governo sionista e de extrema-direita de Benjamin Netanyahu iniciou sua ofensiva contra os territórios palestinos;

A Setorial da Negritude do PSOL delibera:

1. Repudiar veementemente o genocídio do povo palestino promovido por Israel, com o apoio dos Estados Unidos, e exigir o fim imediato dos ataques, bombardeios e ocupação militar.

2. Solidarizar-se com o povo palestino em sua luta legítima por autodeterminação, liberdade e justiça, reconhecendo o direito inalienável deste à sua terra e à sua dignidade.

3. Exigir que o governo brasileiro e a comunidade internacional tomem medidas efetivas para pressionar Israel a respeitar o direito internacional e os direitos humanos do povo palestino, rompendo com as relações financeiras com o Estado sionista e somando-se ao boicote internacional ao Estado de Israel.

4. Apoiar e participar de manifestações, atos e campanhas em solidariedade ao povo palestino, divulgando informações sobre a situação no território palestino e promovendo a conscientização sobre a questão, incluindo apoio aos estudantes e professores da Universidade de Columbia nos Estados Unidos que se manifestaram em favor da Palestina e foram alvo de repressão e violência pela polícia daquele país, bem como aos 50 trabalhadores da Google que foram demitidos por denunciar a colaboração desta big tech com Israel e sua violência sistemática contra os palestinos.

Palestina Livre!

Salvador, 28 de abril de 2024
Setorial Nacional da Negritude do PSOL

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