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Para Randolfe, Código de Mineração não pode render lucro para as empresas mineradoras

Em audiência pública realizada pela Comissão de Direitos Humanos (CDH) do Senado nesta quarta-feira (21), sobre irregularidades cometidas pela empresa Vale do Rio Doce (hoje apenas “Vale”), debatedores criticaram duramente a privatização da empresa, a destruição da natureza proveniente de suas ações, o uso do trabalho escravo e infantil, entre outros pontos.

O senador e pré-candidato à Presidência pelo PSOL, Randolfe Rodrigues, presente na audiência, reivindicou a luta de quem resiste aos mega-empreendimentos da mineração, caso do MST (Movimento dos Trabalhadores Sem Terra), que também participou do debate. Randolfe reafirmou, ainda, sua posição em relação ao código da mineração.

“O código da mineração não pode passar dessa forma, com o caráter para render mais lucros para as empresas mineradoras. O debate do código da mineração deve ser colocado dentro do Senado Federal antes da Câmara dos Deputados passar pela comissão especial”, afirmou o pré-candidato do PSOL à Presidência.

Leia aqui matéria da Agência Senado sobre a audiência: http://bit.ly/1vHC3NR.

Há um ano nasceu o Comitê Nacional em Defesa dos Territórios Frente à Mineração. Mais de 100 entidades como CNBB, ISA, CIMI, APIB, IBASE, INESC, MST, MAM, entre outras uniram-se quando o governo produzia o texto do Novo Marco da Mineração.
 
O deputado Ivan Valente, líder do PSOL na Câmara, também tem uma atuação destacada nessa área. Leia mais: http://on.fb.me/1gQnbIV.

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