Do site do PSOL Nacional – Leonor Costa
Os mais de 6 mil eleitores de Flores de Goiás, município localizado no Nordeste goiano, voltarão às urnas no próximo dia 7 de julho para eleger o novo prefeito da cidade. O Tribunal Regional Eleitoral (TRE) do Estado decidiu anular o processo eleitoral de outubro do ano passado, uma vez que o prefeito eleito, Valmim Soares de Campos, do PMDB, fora barrado pela Lei da Ficha Limpa e cassado pelo próprio TRE. Como o segundo colocado nas eleições não teve o número de votos suficiente para assumir o cargo imediatamente, o TRE decidiu, em abril, convocar novas eleições.
O PSOL concorrerá ao pleito, com uma chapa composta pelos militantes Ronilson Mendes de Oliveira, como candidato a prefeito, e Renivaldina Maria de Jesus, como vice-prefeita. Os dois candidatos têm origem no assentamento São Vicente, um dos maiores do estado de Goiás. Assentados desde 1996, os moradores do São Vicente vieram da Bahia em busca da terra e desde então se fixaram na cidade goiana. Atualmente com 539 famílias, o assentamento é hoje o segundo maior colégio eleitoral de Flores de Goiás.
Ronilson explica que essa é a primeira vez que o PSOL concorrerá ao cargo máximo administrativo da cidade. Nas eleições de outubro, o partido teve candidato a vereador. Na avaliação de Ronilson, tal candidatura ajudou a firmar o PSOL como um partido importante e o único verdadeiramente de esquerda em Flores. Os números podem comprovar o crescimento do PSOL. Em outubro, eram 24 filiados e agora o partido já conta com 179 membros. “Esse número cresceu pelo o belo trabalho que fizemos nas ruas, levando a mensagem ao povo que é possível fazer política com honestidade, transparência e competência. Somos conhecidos por todo município com um partido independente e que não faz coligação com nenhum outro”, explica o candidato de 27 anos, que atualmente estuda Administração na Universidade Católica de Brasília (UCB).
De acordo com Ronilson, o foco do PSOL em Flores, com essa candidatura, é combater a velha política e promover um governo participativo, onde toda a população possa opinar sobre os projetos e investimentos da verba pública. “Queremos que a nossa cidade tenha saúde de qualidade para todos, seja mais segura, priorize a educação, seja rigorosa na fiscalização do transporte público, que o povo decida onde e como aplicar os recursos. Uma cidade comprometida com o direito de morar, que respeita o meio ambiente, que incentiva a Cultura e o Esporte e que invista na agricultura familiar”, pontuou o candidato do PSOL.
Atual cenário político em Flores de Goiás
Desde que o prefeito eleito em outubro do ano passado foi cassado, a cidade de Flores de Goiás, com cerca de 12 mil habitantes, vive um cenário de incerteza quanto ao comando da administração da cidade. Atualmente ela é administrada pelo presidente da Câmara de Vereadores, José Dias Pereira, um dos dois adversários de Ronilson Mendes de Oliveira. Candidato a prefeito pelo PTB, José Dias segue o programa conservador que tem sido a marca da política implementada no município do Nordeste goiano.
O outro candidato a prefeito é Jadiel Ferreira de Oliveira, do PSDB, segundo colocado nas eleições de outubro, que também tentou ser o prefeito interino enquanto a nova eleição não fosse realizada. No entanto, depois de um longo processo de disputa, que deixou os moradores de Flores indignados, a Justiça Eleitoral entendeu que o presidente da Câmara Municipal deveria assumir o comando da Prefeitura.
Agora, no dia 7 de julho, os eleitores da cidade poderão escolher definitivamente o novo prefeito da cidade. A diferença é que dessa vez eles terão a opção de eleger um candidato que se propõe a implementar uma política que vai romper com as oligarquias da cidade e transformar o município em um espaço mais justo, solidário e igual para todos os moradores.
Pleito de outubro foi anulado porque prefeito eleito foi julgado ficha suja. Candidatos a prefeito e a vice pelo PSOL têm origem em assentamento e história de luta
Os mais de 6 mil eleitores de Flores de Goiás, município localizado no Nordeste goiano, voltarão às urnas no próximo dia 7 de julho para eleger o novo prefeito da cidade. O Tribunal Regional Eleitoral (TRE) do Estado decidiu anular o processo eleitoral de outubro do ano passado, uma vez que o prefeito eleito, Valmim Soares de Campos, do PMDB, fora barrado pela Lei da Ficha Limpa e cassado pelo próprio TRE. Como o segundo colocado nas eleições não teve o número de votos suficiente para assumir o cargo imediatamente, o TRE decidiu, em abril, convocar novas eleições.
O PSOL concorrerá ao pleito, com uma chapa composta pelos militantes Ronilson Mendes de Oliveira, como candidato a prefeito, e Renivaldina Maria de Jesus, como vice-prefeita. Os dois candidatos têm origem no assentamento São Vicente, um dos maiores do estado de Goiás. Assentados desde 1996, os moradores do São Vicente vieram da Bahia em busca da terra e desde então se fixaram na cidade goiana. Atualmente com 539 famílias, o assentamento é hoje o segundo maior colégio eleitoral de Flores de Goiás.
Ronilson explica que essa é a primeira vez que o PSOL concorrerá ao cargo máximo administrativo da cidade. Nas eleições de outubro, o partido teve candidato a vereador. Na avaliação de Ronilson, tal candidatura ajudou a firmar o PSOL como um partido importante e o único verdadeiramente de esquerda em Flores. Os números podem comprovar o crescimento do PSOL. Em outubro, eram 24 filiados e agora o partido já conta com 179 membros. “Esse número cresceu pelo o belo trabalho que fizemos nas ruas, levando a mensagem ao povo que é possível fazer política com honestidade, transparência e competência. Somos conhecidos por todo município com um partido independente e que não faz coligação com nenhum outro”, explica o candidato de 27 anos, que atualmente estuda Administração na Universidade Católica de Brasília (UCB).
De acordo com Ronilson, o foco do PSOL em Flores, com essa candidatura, é combater a velha política e promover um governo participativo, onde toda a população possa opinar sobre os projetos e investimentos da verba pública. “Queremos que a nossa cidade tenha saúde de qualidade para todos, seja mais segura, priorize a educação, seja rigorosa na fiscalização do transporte público, que o povo decida onde e como aplicar os recursos. Uma cidade comprometida com o direito de morar, que respeita o meio ambiente, que incentiva a Cultura e o Esporte e que invista na agricultura familiar”, pontuou o candidato do PSOL.
Atual cenário político em Flores de Goiás
Desde que o prefeito eleito em outubro do ano passado foi cassado, a cidade de Flores de Goiás, com cerca de 12 mil habitantes, vive um cenário de incerteza quanto ao comando da administração da cidade. Atualmente ela é administrada pelo presidente da Câmara de Vereadores, José Dias Pereira, um dos dois adversários de Ronilson Mendes de Oliveira. Candidato a prefeito pelo PTB, José Dias segue o programa conservador que tem sido a marca da política implementada no município do Nordeste goiano.
O outro candidato a prefeito é Jadiel Ferreira de Oliveira, do PSDB, segundo colocado nas eleições de outubro, que também tentou ser o prefeito interino enquanto a nova eleição não fosse realizada. No entanto, depois de um longo processo de disputa, que deixou os moradores de Flores indignados, a Justiça Eleitoral entendeu que o presidente da Câmara Municipal deveria assumir o comando da Prefeitura.
Agora, no dia 7 de julho, os eleitores da cidade poderão escolher definitivamente o novo prefeito da cidade. A diferença é que dessa vez eles terão a opção de eleger um candidato que se propõe a implementar uma política que vai romper com as oligarquias da cidade e transformar o município em um espaço mais justo, solidário e igual para todos os moradores.

