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Poucos dias para conquistar vitórias pelo Brasil!

Faltam quinze dias para as eleições municipais. Eleições que vão mostrar qual a direção que o povo brasileiro começa a buscar diante de um cenário que aprofunda a desigualdade neste ano de pandemia.

O Brasil mergulha numa profunda crise econômica, social, sanitária e ambiental. Estamos sob o desgoverno Bolsonaro que, em síntese, é um governo que trabalha para a morte e para a destruição. A extrema-direita no poder produz enorme e evitável perda de vidas, aumento do desemprego, devastação ambiental sem precedentes comprometendo estrategicamente os principais biomas do país, aumento da intolerância, da violência, especialmente contra as mulheres, a negritude e LGBTs.

Se alguém tinha dúvidas, 2020 nos trouxe a certeza de que estamos sob um governo de genocidas e criminosos.

De outro lado, a ampla maioria de governadores e prefeitos, muitos destes buscando reeleição e ligados a agenda liberal da direita e do “Centrão”, apressaram a flexibilização da quarentena sem dar quaisquer condições e soluções para o desemprego e a renda perdida, especialmente pelos mais pobres. São responsáveis também pelo aumento da precarização, pela manutenção dos altos índices de contaminação e revelam que não são uma alternativa ao bolsonarismo.

Portanto, nessas eleições o que está em jogo é derrotar a barbárie, a agenda neoliberal e genocida e abrir as portas para uma ampliação da resistência social e de um outro projeto para o Brasil; porque a resistência social e popular que cresce no nosso continente, como se verificou recentemente nas vitórias nas eleições bolivianas e no plebiscito chileno, pode começar a ganhar corpo também no Brasil.

O PSOL se apresenta, de Norte a Sul do Brasil, com centenas de candidaturas a prefeito e milhares de candidatos e candidatas a vereador propondo estas tarefas para esta reta final de campanha:

– Derrotar Bolsonaro e as candidaturas da extrema-direita, bem como derrotar as candidaturas da direita tradicional e da agenda neoliberal.

– Apresentar um outro modelo de cidade, democrática, tolerante, sustentável, inclusiva; com trabalho e renda, sem violência, sem genocídios.

– Trabalhar pela unidade das forças populares, sempre que possível, naquelas cidades onde houver segundo turno e uma dessas forças estiver presente.

O PSOL buscará sair destas eleições como principal ferramenta partidária de uma renovada e combativa esquerda, sem deixar de lado a busca da unidade da oposição para derrotar a direita e a extrema-direita.

O PSOL, nesta reta final, irá consolidar seu perfil como partido antirracista, antimachista, anti-homofóbico, ecossocialista, casa dos sem-teto, dos sem-terra, da juventude, dos indígenas e da imensa maioria dos trabalhadores e trabalhadoras precarizados.

Lutaremos nesta reta final por cada voto que nos permita eleger o maior número possível de vereadores e vereadoras, lutaremos para ir ao segundo turno no máximo de cidades para vencer e organizar a resistência ao bolsonarismo, formando cidades da esperança.

Com estas tarefas, bandeiras e objetivos conclamamos ao povo trabalhador brasileiro a votar 50 para termos muitas primaveras de esperança e resistência.

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