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Povos da Amazônia mostram sua resistência e luta

A mesa “Território e territorialidade: conflitos, gestão participativa e políticas públicas” abriu o segundo dia da Conferência da Amazônia do PSOL. As lutas de povos indígenas e quilombolas estiveram na centralidade do debate.

Maria Leusa Kabá Munduruku, coordenadora da Associação de Mulheres Munduruku Wako Borūn, destacou a força dos povos indígenas e sua importância para a preservação da Amazônia. “Somos um povo que sabe se defender. Sabemos por onde vamos e sabemos curar o mundo.”

 

Ativista quilombola de Alcântara (MA), David Pereira Junior apontou que a colonialidade e a escravidão ainda são presentes nas relações entre o Estado e as comunidades tradicionais. “Nosso modo de viver é desprezado e nossos corpos são constantemente subjugados.”

 

A violência também foi destacada por Antonia Cariongo, liderança quilombola e coordenadora da setorial ecossocialista do PSOL. “A Amazonia romântica está na cabeça de quem vive fora daqui. Estamos com uma bala apontada na cabeça. Sempre somos marcados em uma luta desigual contra o agronegócio. A regularização fundiária é fundamental para avançarmos.”

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