O PSOL de Goiás entrou com uma representação junto ao Ministério Público Federal contra o governador Marconi Perillo, do PSDB-GO, e contra o ex-governador e ex-candidato Iris Resende Machado, do PMDB-GO, para que estes esclareçam o fato de terem recebido doações das empresas envolvidas na Operação Lava Jato. Recentemente, o partido protocolou uma representação contra o deputado Ronaldo Caiado, do DEM-GO, (agora eleito senador da República). Na ocasião, a direção alertou que seria questão de tempo para aparecer nas prestações de contas dos candidatos aos cargos majoritários as doações das empreiteiras que estão envolvidas no escândalo da Operação Lava Jato da Polícia Federal. “Não tínhamos dúvidas que essas empreiteiras apareceriam como doadoras, não só das campanhas dos candidatos ao poder Legislativo, mas como também nas campanhas majoritárias de Marconi e Iris Resende”, ressalta a Executiva do PSOL-GO.
O fato novo é a declaração do ex-diretor da Petrobras, Paulo Roberto Costa, em seu último depoimento, divulgado em reportagem da revista Carta Capital, em que afirmou que a empreiteira Odebrecht pagou propina para ganhar a licitação para assumir os contratos de Subdelegação da Saneago (empresa de saneamento de Goiás) nas cidades de Rio Verde, Trindade, Aparecida de Goiânia e Jataí. A Saneago aparece também em uma planilha de anotações aprendida pela PF, com o Doleiro Youssef.
Para o PSOL-GO, é preciso investigar esse contrato, como também a licitação ganha pela Odebrecht para operar as obras do VLT (Veículo Leve Sobre Trilho). “É evidente que essas empresas superfaturam as obras para depois fazerem doações de campanha e até mesmo doações individuais para contas pessoais de agentes públicos e privados, como a investigação da PF está demonstrando. O PSOL propõe que o órgão de controle aprofunde a investigação e em se comprovando o pagamento de propinas, que estas licitações sejam anuladas”, ressalta a direção do PSOL-GO.
O partido defende que as licitações sejam anuladas e os governantes e parlamentares eleitos com dinheiro fruto da corrupção sejam impedidos de tomar posse.
O fato novo é a declaração do ex-diretor da Petrobras, Paulo Roberto Costa, em seu último depoimento, divulgado em reportagem da revista Carta Capital, em que afirmou que a empreiteira Odebrecht pagou propina para ganhar a licitação para assumir os contratos de Subdelegação da Saneago (empresa de saneamento de Goiás) nas cidades de Rio Verde, Trindade, Aparecida de Goiânia e Jataí. A Saneago aparece também em uma planilha de anotações aprendida pela PF, com o Doleiro Youssef.
Para o PSOL-GO, é preciso investigar esse contrato, como também a licitação ganha pela Odebrecht para operar as obras do VLT (Veículo Leve Sobre Trilho). “É evidente que essas empresas superfaturam as obras para depois fazerem doações de campanha e até mesmo doações individuais para contas pessoais de agentes públicos e privados, como a investigação da PF está demonstrando. O PSOL propõe que o órgão de controle aprofunde a investigação e em se comprovando o pagamento de propinas, que estas licitações sejam anuladas”, ressalta a direção do PSOL-GO.
O partido defende que as licitações sejam anuladas e os governantes e parlamentares eleitos com dinheiro fruto da corrupção sejam impedidos de tomar posse.

