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PSOL reafirma compromisso com luta para “desbolsonarizar” o Brasil

A Executiva Nacional do PSOL se reuniu nesta terça-feira (28) e aprovou uma resolução avaliando a conjuntura política do país após os dois primeiros meses do governo Lula. O partido reforça seu compromisso em apoiar todas as medidas que tenham como propósito “desbolsonarizar”o Brasil e restituir os direitos sociais subtraídos desde o golpe de 2016.

LEIA NA ÍNTEGRA A RESOLUÇÃO: O PSOL na luta pela reconstrução do Brasil

O partido também aprovou um calendário das principais lutas do primeiro semestre, com destaque nesse próximo período para os atos feministas do dia 8 de março e por Justiça para Marielle no dia 14 do mesmo mês.

A luta pela prisão preventiva de Bolsonaro e a instalação de uma CPI no Congresso Nacional pra investigar os financiadores, organizadores e participantes dos atos terroristas que assolaram Brasília em janeiro também está na ordem do dia para o PSOL, que entregou recentemente mais de 300 mil assinaturas de brasileiros e brasileiras ao STF e ao Congresso Nacional pedindo a urgência das medidas.

Os dirigentes do partido parabenizam as ações contundentes do governo Lula, especialmente na pessoa de Sonia Guajajara à frente do Ministério dos Povos Indígenas, contra o garimpo ilegal e em defesa dos povos da Terra Indígena Yanomami. “Para o PSOL, a luta em defesa da Amazônia é chave para construir um projeto soberano e radicalmente ecológico de país, com desmatamento zero e garantindo a dignidade aos povos indígenas”, reforçam.

O partido também avalia positivamente o auxílio de mais de R$ 300 milhões do governo federal aos atingidos pelas fortes chuvas no estado de São Paulo, mas reforça a necessidade de ir à raiz do problema: sobretaxar grandes poluidores como o agronegócio e o setor da mineração, criar políticas de incentivo fiscal e de crédito para a transição para matrizes energéticas verdes e reconstruir o sistema fiscalizatório ambiental realizando concursos para ICMBio, IBAMA e FUNAI.

Outras importantes sinalizações do governo Lula defendidas pelo PSOL foram a continuidade do pagamento de R$ 600 através do Bolsa Família, a retomada do programa Minha Casa, Minha Vida, a política de valorização dos trabalhadores e trabalhadoras da reciclagem, o reajuste do salário-mínimo com recomposição das perdas inflacionárias do último ano, o aumento da isenção do Imposto de Renda para dois salários-mínimos e o reajuste das bolsas de pesquisa.

O PSOL também apoia Lula em sua luta pública contra a política de juros do Banco Central, presidido pelo bolsonarista Roberto Campos Neto, que colocou na ordem do dia a mudança da política econômica herdada de Paulo Guedes.

Neste primeiro semestre, o Congresso Nacional deve se debruçar sobre uma reforma tributária para o país. Apesar de apoiar as propostas de simplificação de tributos apresentadas pela equipe econômica do governo, o PSOL lutará para que a reforma vá além para combater a regressividade no modelo tributário brasileiro, tal como defendido pelo presidente Lula durante a campanha eleitoral.

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