Ao mesmo tempo em que o governo federal anuncia as restrições ao seguro-desemprego, à pensão por morte e ao seguro-defeso (que cobre o período de inatividade de pescadores), com o objetivo de economizar R$ 18 bilhões, a alta de 0,5% na taxa básica de juros da economia (Selic), para 12,25% ao ano, anunciada na quarta-feira passada (21) pelo Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC), deve ter um impacto de R$ 10 bilhões na dívida pública federal.
Ou seja, corte de R$ 18 bilhões em direitos sociais e pagamento de mais R$ 10 bilhões de juros aos banqueiros e especuladores credores da dívida pública brasileira, apenas em função do aumento de 0,5 na taxa Selic.
Em seu conjunto, as medidas de ajuste divulgadas até agora pelo ministro da Fazenda, Joaquim Levy, equivalem a quase toda a meta de superávit primário prevista para a União em 2015. Segundo levantamento da Agência Brasil, o corte de gastos públicos e o aumento de tributos anunciados até agora gerarão economia de R$ 51,4 bilhões em 2015, frente a uma meta de R$ 66,3 bilhões (1,2% do PIB).
A maior parte do ajuste vem do corte de gastos, que já somam R$ 30 bilhões, incluindo os R$ 18 bilhões acima citados e os R$ 9 bilhões da suspensão dos repasses do Tesouro Nacional à Conta de Desenvolvimento Energético (CDE), fundo que subsidia as tarifas de energia e que implicará no aumento da tarifa. Outros R$ 20 bilhões correspondem ao aumento de tributos, a exemplo dos R$ 12,2 bilhões que virão do aumento dos tributos sobre os combustíveis e dos R$ 7,4 bilhões referentes ao reajuste do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) para o crédito a pessoas físicas, segundo levantamento da agência Brasil.
Os números indicam claramente que serão os trabalhadores e os investimentos sociais quem pagarão a conta do ajuste fiscal do Sr. Levy, a mando de Dilma. Enquanto banqueiros e especuladores continuam gozando dos dividendos especulativos garantidos por uma das maiores taxas de juros do planeta.
Ou seja, corte de R$ 18 bilhões em direitos sociais e pagamento de mais R$ 10 bilhões de juros aos banqueiros e especuladores credores da dívida pública brasileira, apenas em função do aumento de 0,5 na taxa Selic.
Em seu conjunto, as medidas de ajuste divulgadas até agora pelo ministro da Fazenda, Joaquim Levy, equivalem a quase toda a meta de superávit primário prevista para a União em 2015. Segundo levantamento da Agência Brasil, o corte de gastos públicos e o aumento de tributos anunciados até agora gerarão economia de R$ 51,4 bilhões em 2015, frente a uma meta de R$ 66,3 bilhões (1,2% do PIB).
A maior parte do ajuste vem do corte de gastos, que já somam R$ 30 bilhões, incluindo os R$ 18 bilhões acima citados e os R$ 9 bilhões da suspensão dos repasses do Tesouro Nacional à Conta de Desenvolvimento Energético (CDE), fundo que subsidia as tarifas de energia e que implicará no aumento da tarifa. Outros R$ 20 bilhões correspondem ao aumento de tributos, a exemplo dos R$ 12,2 bilhões que virão do aumento dos tributos sobre os combustíveis e dos R$ 7,4 bilhões referentes ao reajuste do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) para o crédito a pessoas físicas, segundo levantamento da agência Brasil.
Os números indicam claramente que serão os trabalhadores e os investimentos sociais quem pagarão a conta do ajuste fiscal do Sr. Levy, a mando de Dilma. Enquanto banqueiros e especuladores continuam gozando dos dividendos especulativos garantidos por uma das maiores taxas de juros do planeta.

