A Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo, por décadas, vem demonstrando sua ineficiência em seus serviços de tratamento e distribuição de água à cidade de Guarujá.
Laudos emitidos pelo laboratório de análises Instituto Adolf Lutz, apontaram excesso de coliformes totais e cloro contidos na água. O recomendado é que a presença de micro-organismos deva ser 0 e o laudo aponta 29 pontos. Água contaminada pode transmitir infecções e doenças mais graves, como hepatite e até febre tifóide.
A cidade possui uma péssima estação de tratamento da água consumida pela população sendo este limitado apenas ao uso de cloro que, é bom que se esclareça, trata-se de uma substância que pode gerar compostos cancerígenos.
Com apenas 50% das casas de Guarujá ligadas à rede de esgoto, mesmo assim, sofremos com vazamentos dessa rede da Sabesp, os quais levam resíduos às galerias de águas pluviais.
O esgoto lançado diretamente no mar pode trazer diversos problemas ambientais e acarretar tantos outros para a saúde pública, como doenças de pele e gastrointestinais.
A cidade, em todo o verão, tem surto de diarréia chegando até mesmo a registrar uma média de 110 casos por dia.
O contrato celebrado entre a Prefeitura Municipal de Guarujá e a Sabesp encerrou-se em 31 de dezembro de 2010. Cidadão de Guarujá, atenção! Já estamos no mês de abril de 2011 e continuamos com fornecimento de água com excesso de coliformes e cloro em nossas residências!

