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Contra o avanço do agronegócio, MST protesta em pelo menos 20 estados

Em protesto contra o avanço do agronegócio no país, manifestantes do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) organizaram manifestações hoje (11) em pelo menos 22 estados e no Distrito Federal. Entre as ações, estão o bloqueio de rodovias e a ocupação de propriedades rurais, prédios públicos e agências bancárias.
 
De acordo com o MST, os protestos mobilizam mais de 30 mil pessoas pelo país, e fazem parte das agendas da Jornada de Lutas das Mulheres Camponesas e da Jornada Unitária do Campo.

As ações ocorrem, segundo o MST, em Santa Catariana, no Rio Grande do Sul, Maranhão, Paraná, em São Paulo, na Bahia, no Distrito Federal, na Paraíba, em Goiás, Alagoas, Sergipe, Mato Grosso, no Tocantins, Rio Grande do Norte, Ceará, Espírito Santo, em Pernambuco, no Piauí, em Mato Grosso do Sul e outros estados.

“Os trabalhadores rurais denunciam o modelo do agronegócio no campo brasileiro e propõem a agroecologia como alternativa ao capital estrangeiro na agricultura”, diz nota divulgada pelo MST.
 
Na Paraíba, por exemplo, mulheres ligadas ao movimento bloquearam cinco rodovias em diferentes regiões do estado. No DF, cerca de 100 famílias de trabalhadores rurais ocuparam nesta madrugada a Fazenda Adeluca, que pertence à Agência de Desenvolvimento do Distrito Federal (Terracap). O MST argumenta que a propriedade é improdutiva e reivindica a desapropriação do imóvel para reforma agrária.
 
“As mulheres camponesas querem produzir alimentos saudáveis e as políticas públicas devem ser também para a agricultura camponesa”, disse a representante da direção nacional do Movimento de Mulheres Camponesas, Noeli Taborda.
 
Leia mais aqui sobre os protestos do MST em todo o país.

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